Simples
Parabéns à OAB pela liminar contra a Emenda Constitucional nº 87/2015 em favor das lojas virtuais. Pena que igual esforço não tenha sido feito contra a ST (Substituição Tributária). Esta sim inviabilizou a maioria das micros e pequenas empresas, destruindo o sistema Simples Nacional das lojas presenciais. Dois pesos e duas medidas, é o Brasil dos interesses corporativos.
LAÉRCIO ESTEVES (comerciante) – Londrina

Estradas
Há 20 dias, viajando para Minas Gerais e cruzando o Estado de São Paulo de ponta a ponta, o que mais me impressionou foram as construções de rodovias, viadutos, trevos, trincheiras e aquelas rotatórias dignas de levar o nome, muito bem sinalizadas, com canaletas e gramados. Sem contar a limpeza em toda a extensão das rodovias, o que dá segurança para viajar em família. Paga-se pedágio com muito gosto e com preços bem menores do que os nossos, que são considerados os mais caros do País. É o contrário do Paraná, mais especificamente em Londrina e região, onde as estradas são verdadeiros corredores da morte, com suas construções que nem bem começaram já estão condenadas por rachaduras por conta de recalques. Sem contar uma ponte dentro da cidade, na Avenida Mábio Gonçalves Palhano, que demorou uma eternidade para ser construída, nem bem inaugurou e já foi levada por uma enchente nos últimos dias. Pergunto: por que será que isso acontece, são as escolhas das construtoras que oferecem os menores preços? Seriam empresas sem conhecimento da área a fazer de qualquer jeito e que se dane o resto, ou o próprio governo estadual que não se preocupa com o Norte do Estado, sabendo que está a cada dia perdendo seu eleitorado onde reinava soberano?
NATHANAEL DA SILVA (projetista) - Londrina

Marqueteiro do PT
E agora, como é que o PT vai explicar os pagamentos milionários ao senhor João Santana? Só com Fundo Partidário não dá. O Lula com certeza vai dizer que não sabe de nada e nem conhece este tal de João Santana!
TANIA TAVARES (professora) - São Paulo

Juntos a Bruno Mendes
Na última quinta-feira o mundo acadêmico e a advocacia amanheceram sem um pedaço de sua vida, de sua história. Mais que isso, a ironia do destino foi tamanha, que contradisse até mesmo as expectativas mais sólidas e condizentes com o início de uma carreira, de uma vida e de muitos sonhos. Sonhos estes, compartilhados pela família, por nós, professores, colegas, amigos e espectadores de um futuro promissor e apoiado na vertente mais pura e substancial da dignidade humana. A cidade era Bandeirantes, no Paraná. Logo pela manhã, ele acordou como acorda o broto da semente plantada pelos céus, na terra de um mundo repleto de esperanças. Com uma fé jovem e sobrenatural em sua missão de trazer o direito aos que sequer sonhavam em tê-lo um dia, seguiu rumo à caminhada iniciada há pouco mais de três meses, quando o cajado lhe fora conferido pelo presidente da Ordem dos Advogados do Brasil. Era um soldado nessa guerra diária em busca da efetivação da dignidade, da vida humana. Quis o destino a frustração dessa fé, das expectativas, dos sonhos, dos planos e, pior, de uma forma a atingir a alma e o corpo não somente de nosso Bruno, mas de todos nós. Quatro golpes, cinco corações feridos; o de um menino de 25 anos, o do mundo acadêmico, da família, da advocacia e o coração do ser humano como um todo. De fato, razão a Renato Russo ao dizer que "os bons morrem jovens". A Unopar de Bandeirantes, por seus alunos, funcionários e professores, se solidariza com a família e com os amigos de Bruno, e espera pela efetiva Justiça dos homens, na certeza que Deus o tenha na palma de suas mãos.
DIOMAR FRANCISCO MAZZUTTI e ROGÉRIO PICCINO BRAGA (professores da Unopar/Bandeirantes) - Bandeirantes

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