A farra pública com nosso dinheiro 1
Excelente o artigo de Walmor Maccarini (Espaço Aberto, 16/02), no qual, como de costume, o jornalista soma conhecimentos com sensibilidade, nos chamando a atenção para um outro modo de ver a corrupção. Às vezes costumamos dizer que algo é legal, mas imoral, por chocar-se com princípios elementares da realidade de uma nação. Assim, por exemplo, altas aposentadorias (cumulativas ou não) e auxílio disso ou daquilo (na maioria sem necessidade, visando aumentar os ganhos disfarçadamente e privilegiando certas categorias, em detrimento de outras - aos amigos do rei, tudo, leão saciado é leão manso...) são tidos como legais. Mas se levarmos em conta quem faz as leis e, na maioria, o verdadeiro "fundo" que elas escondem, então acho que nem de "legais" poríamos rotular certas benesses, uma vez que tiveram suas vertentes viciadas por interesses, causas próprias etc.
JOSÉ ROBERTO BRUNASSI (advogado) – Londrina

A farra pública com nosso dinheiro 2
Congratulo Walmor Maccarini pelo artigo. Decepciono-me com tantos cargos comissionados. Alguns, mantidos pela presidente da República, outros pelo governador, outros pelos prefeitos e muitos outros pelos próprios vereadores. Artigos como esse nos alertam e nos fazem pensar. Agora falta ir às ruas mostrar nossa indignação e colocar em prática os dizeres da nossa Constituição: o poder emana do povo. Se cada pessoa soubesse a força que tem uma coletividade...
ALVARO ALMEIDA (engenheiro agrônomo) - Londrina

Lula
Como assim, a "alma mais honesta", Lula, fugindo de enfrentar o promotor Cássio Conserino? Assinou a culpa.
TANIA TAVARES (professora) - São Paulo

Hospital do Câncer
É uma das maiores referências na área no Brasil, atendendo mais de 200 municípios paranaenses, o que corresponde a praticamente metade dos tratamentos dos acometidos pela enfermidade no Estado. Reconhecidamente, todos os que presidiram o Hospital do Câncer de Londrina o fizeram com muito sucesso. Entretanto, não podemos deixar de reconhecer o carinho, o amor, a dedicação e atenção com que os pacientes são tratados pelos colaboradores do HCL, na gestão do senhor Nelson Dequech, atual presidente do hospital, e dos seus braços direito e esquerdo, o vice-presidente Rubens Martins Junior e Mara Rossival, gestora de ações estratégicas e projetos, juntamente com todos os colaboradores desse hospital. Esse carinho, amor, dedicação e atenção, juntamente com as orações dos familiares, fortalecem as esperanças dos pacientes, encorajando-os e motivando-os a vencer a angústia, a dor e a incerteza dessa enfermidade. Importante ressaltar que a contribuição espontânea do cidadão tem colaborado diretamente para o aumento dos leitos, dos equipamentos, do corpo médico, da enfermagem, enfim, de toda a estrutura do HCL. Parabéns, HCL! Parabéns, cidadão! Parabéns, Londrina!
ADONIRO PRIETO MATHIAS (administrador e contabilista) – Londrina

Dengue, zika e chikungunya
O leitor Ricardo Laffranchi (Opinião do Leitor, 08/02) nos informou da existência do OX513A, mosquito geneticamente modificado cuja prole herda um gene autolimitador. Li sobre machos do Aedes aegypti submetidos à radiação para se tornarem estéreis e cruzarem com fêmeas que depositarão ovos inférteis. Li matéria em que o pesquisador afirmava que a questão das doenças só seria resolvida definitivamente com a descoberta de vacinas. Juntando tudo, levando em consideração que são três as doenças e irão ao menos três anos para a liberação de uma vacina, acredito que acima se encontra a grande solução paliativa. Sei que são necessários recursos, muitas vezes escassos, mas que se faça um remanejamento.
ILDO YUKIO MARUBAYASHI (agricultor) – Londrina

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