Aedes
A ideia do engenheiro agrônomo Rui Aguiar, segundo a coluna de Oswaldo Militão (Gente, 07/02), de utilizar aviões agrícolas para combater o Aedes aegypti foi muito boa, e melhor ainda é saber que podemos usar o K-Othrine para este fim.
LUCIMEIRE GASPARIN MARTINS (comerciante) - Londrina

Zika
Em maio de 2015, quando os primeiros casos de zika estavam surgindo no Brasil, a presidente Dilma sancionou uma nova lei para que os pesquisadores pudessem usar os recursos genéticos do País. Acreditem se quiser, diante da atual e grande preocupação mundial para saber se o vírus está realmente por trás dos casos de microcefalia, a nova lei ainda não foi regulamentada, e o envio de amostras do vírus para o exterior é considerado um "crime", conforme a afirmação de Paulo Gadelha, presidente da Fundação Oswaldo Cruz. Em resumo: o Brasil não está compartilhando amostras e dados com pesquisadores norte-americanos e europeus, o que poderá retardar muito as pesquisas internacionais sobre o vírus zika, uma emergência internacional. Pelo visto a bioburocracia já é parte do complicado governo brasileiro, o que é uma lástima.
EDGARD GOBBI (desenhista aposentado) - Campinas

Faixa elevada
No início de dezembro, externei minha insatisfação com os quebra-molas colocados pelo Ippul na Avenida Arthur Thomas, pois estavam em desacordo com as normas do Código de Trânsito. Na ocasião, o citado órgão respondeu que tal artefato era em caráter provisório, uma vez que seria construída no local uma faixa elevada para pedestres. Recentemente, observei que foram pintadas faixas para pedestres sem elevação. E agora, qual será a desculpa do Ippul?
ALFREDO CARVALHO (administrador de empresas) - Londrina

Transporte de autoridades
Embora seja somente uma pequena demonstração do desperdício do dinheiro público, foi excelente o levantamento feito pelo escritor Célio Pezza (Espaço Aberto, 08/02) sobre o transporte de "autoridades" no Brasil. Por aí dá bem para ver o porquê que se diz que Brasília é considerada a "ilha da fantasia" dos que, com raríssimas exceções, se mudam para lá por terem conseguido se eleger. O dinheiro "fácil" e o poder fazem despertar "DNAs" instintivos da ignomínia que, a exemplo do predador astuto, se amoita na espreita da preza (entenda-se eleitor inocente) para o golpe certeiro. O pior de tudo, caro escritor, é que já foi colocado em nosso subconsciente que aqui a vida é difícil, que o sofrimento e todas as mazelas são normais, e o uso dos aviões pelas "autoridades", a exemplo de tantos outros descalabros, já está banalizado, ou podemos até dizer: faz parte da cultura - a nossa - dos eternos cordeirinhos.
JOSÉ ROBERTO BRUNASSI (advogado) – Londrina

Auxílio moradia
O ex-líder do governo federal continua preso, mas recebendo seus dividendos salariais de R$ 33,7 mil. Momentaneamente está morando atrás das grades. Sendo assim, deveria estar recebendo auxílio "reclusão", ao invés de estar recebendo R$ 5,5 mil de auxílio moradia. Provavelmente seus advogados (pagos por nós, contribuintes) irão entrar com uma "reclamatória", baseada no princípio da "isonomia", para solicitar os mesmos benefícios gozados pelos denunciados da Receita Estadual do Paraná, que escandalosamente saem de férias para levarem seus familiares à praia. Estão banalizando a "democracia", colocando o certo e o errado, legal e ilegal, liberdade e libertinagem, tudo no mesmo saco! Terra sem "lei"!
WILSON OLIVEIRA TRINDADE (bacharel em Direito) – Londrina

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