OPINIÃO DO LEITOR
Chuvas, caos e o mosquito
Há uma passagem bíblica (Gn 41) reveladora em nível de administração de Estado e o quanto uma ação prudente em épocas de vacas gordas nos livra de flagelos em épocas de vacas magras. O que vemos hoje no Brasil - segundo maior país cristão - é que pouco aprendemos com esse episódio. Pois é as vacas magras (gestores) comeram as vacas gordas (recursos do povo) e agora nos pedem para fazer sacrifícios! Quando não é por mau uso, é por incompetência. A chuva que castigou Londrina revelou uma inabilidade dos gestores ao adotarem uma nova metodologia na construção da ponte na rodovia Mábio Palhano, evidenciada em reportagens. Não há como negar a força da natureza, mas não se podem justificar os estragos com o volume de chuvas, o que dizer, por exemplo, dos postos de saúde atingidos reformados recentemente? Até mesmo as escolas? Este é o último ano desta gestão que vem numa batalha contra o mosquito, mas quem vai para guerra sem um exército? A rede de saúde municipal está exaurindo as forças dos servidores que poderiam dividir tarefas com novos concursados. Não só no Brasil, nos faltam homens públicos probos como também nos falta aquele (cf Gn ,33-36) que antevê os problemas.
LIDMAR JOSÉ ARAUJO (professor) Londrina
Iluminação pública: 400% de aumento
Como é possível a taxa de iluminação pública de um mês para o outro subir 400%? Mês anterior, R$ 4,65; mês atual, R$ 23,13. Deve ser engano ou brincadeira da Copel! Se não for uma coisa nem outra, estão brincando com o povo paranaense. Isso é um assalto! Não é possível nós (povo paranaense) suportarmos um aumento de 400% e permanecermos calados. Onde estão o Procon, o Ministério Público, a OAB e órgãos fiscalizadores que não falam nada, ficam mudos? Já não basta termos que engolir o aumento da energia (a tal bandeira vermelha), a inflação alta, o desemprego e agora o aumento descomunal da iluminação pública? A corda sempre arrebenta no lado mais fraco que, neste caso, somos nós, o povo.
PAULO ROBERTO SALVI (aposentado) Londrina
Itambaracá rodou junto com a ponte
Duas semanas depois, Itambaracá ainda esconde as marcas da queda de um trecho de 160 metros da ponte que ligava o município a Bandeirantes. O momento mais difícil não foi na hora da queda e sim no dia seguinte quando encontramos apenas lágrimas nos olhos dos moradores. O triste fim de um monumento. Se depender de vontade política, vamos ficar apenas de uma balsa. O custo-benefício é insignificante politicamente. Itambaracá, mais do que nunca, vai precisar da força de Bandeirantes nossa coirmã de seus empresários e parcerias administrativas. Contratar alguém especializado, elaborar projeto e buscar recursos dentro dos programas dos governos federal e estadual para obras de recuperação de danos provocados pelas enchentes. Enfim, tem de começar a enfrentar a situação buscando alternativas. Vemos os prédios de Bandeirantes e até seus moradores do outro lado e a distância aumentou 86 quilômetros.
MÁRIO FUZETO (técnico contábil) - Itambaracá
Futebol e religião
Sobre a decisão do goleiro Vitor de fazer a vontade de Deus e não trabalhar aos sábados, convém ressaltar que a Igreja Adventista não impõe nada a seus membros. Ela apenas possui doutrinas que devem ser respeitadas, entre elas a guarda do sábado. A decisão é de cada um por sua livre consciência e após exaustivos estudos da Palavra de Deus. Existem dezenas de versículos que falam sobre a guarda do sábado, tanto no Velho quanto no Novo Testamento, sendo o principal deles Êxodo 20: 8 a 11, o 4º mandamento que jamais foi abolido, pois até Jesus o obedeceu.
JOAQUIM JOSE DE MELO (advogado) Londrina
Lula está em outro planeta
Lula disse em um encontro em São Paulo que "o povo precisa repudiar quem trabalha contra o País". Mas é exatamente isto que 93% dos brasileiros estão fazendo, que o diga o índice de rejeição dessa tragédia chamada Dilma Rousseff.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé
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