Tremores no Jardim Califórnia
Como morador do Jardim Califórnia há décadas, penso que a opinião do engenheiro civil Theophilo Paranaense Coutinho Gomes (Opinião, 4/1) faz muito sentido e deve ser levada em consideração, pois até não haver obras da Sanepar nunca tivemos esses sinistros. Creio ser oportuno que algum órgão, talvez a Defesa Civil apure se de fato não está ocorrendo exatamente o que apontou o sr. Theophilo. Se é acomodação de placas tectônicas, por que a cidade inteira não sente? Tal apuração traria paz e tranquilidade a todos os moradores desta área.
VILSON MARTINS (microempreendedor) – Londrina

Buracos em rodovia
Onde estão as autoridades deste Estado? Fui na semana do Natal para o litoral e a BR-376 desde Mauá da Serra até Ponta Grossa está uma vergonha! Sendo a época de maior uso, é inadmissível que esteja tão esburacada, com ondulações, etc. As chuvas não podem ser desculpa. Onde estão o DNIT, DNER, DER e os deputados da região (Cobra Repórter, Thiago Amaral, Tercílio Turini, Alex Canziani, Luiz Carlos Hauly, Marcelo Belinati) e o governador que logo estarão por aqui em busca de votos? A concessionária não está nem aí para os usuários: coloca placas de Curitiba até Ponta Grossa se promovendo de duplicação, sendo que aquele trecho já receberam pronto. Fizeram 20 quilômetros saída de Ponta Grossa e um monte de propaganda. Quando será executado o restante até Apucarana que faz parte da concessão ou estão esperando a prorrogação no prazo de concessão? Os prefeitos que recebem parcelas de impostos dos pedágios são coniventes por conveniência. Quando vamos abrir essa "caixa preta" dos valores recebidos para quebrar essa desculpa de desequilíbrio financeiro devido a atrasos de reajustes? Por que não se espelham nos serviços da concessionária responsável pelo trecho Curitiba-São Paulo-Santa Catarina? Atenção DER, o trecho de Londrina até Mauá está uma vergonha. Estão de recesso? Será que voltam a trabalhar somente depois do Carnaval?
RAIMUNDO DE SOUZA (aposentado) – Londrina

Pedágio injusto
Como tornou-se indecifrável, a planilha das concessionárias de pedágio virou caso político, mote de campanha eleitoral, imbróglio judicial. Há sim, interesses ocultos, pois se não houvesse, essa planilha seria publicada em jornais. Argumentos de que são protegidos pelo contrato, caem, pois a Assembleia Legislativa é quem faz as leis, onde tudo é possível. Existem incoerências incompreensíveis em algumas tarifas. Vejam o exemplo de quatro maiores delas: Jataizinho – Econorte – R$ 18,60; São José do Pinhais – Ecovia – R$ 18,00; Jacarezinho – Econorte – R$ 17,10; Sertaneja – Econorte – R$ 16,00. Em resumo, as quatro maiores tarifas praticadas no Paraná. É inadmissível a prática de degrau tarifário devido antecipação de obras, pois elas são obrigatoriedade contratual. No Norte do Paraná, onde atua a Econorte, de dezembro de 2015 até novembro de 2016, temos a 1ª, 3ª e 4ª maior tarifa do Estado. Sinceramente, gostaria que houvesse um auditoria séria para apuração deste aumento, pois obras estão sendo postergadas para o final do contrato e, quando são antecipadas, ativam o degrau tarifário, elevando os preços a valores astronômicos, explorando o usuário. O Norte não merece os preços praticados pela Econorte e nem movimentos que se dizem lutadores pela duplicação e, pior, fazer política com dinheiro alheio. Merece sim, preços condizentes com a realidade de outras praças de pedágio e alguém para cobrar a realização de obras compromissadas.
YOCHIHARU OUTUKI (engenheiro agrônomo) – Itambaracá

Falta seriedade
A piada do Brasil em 2016 não será os 7 a 1, mas o mar do Rio de Janeiro onde serão disputadas as provas náuticas das Olimpíadas, pois a quantidade de fezes humanas é maior que o recomendado, sé é que exista algo recomendável para tal modalidade. Isso que é país de terceiro mundo: não se tem dinheiro para pagar o 13º dos servidores cariocas e manter os hospitais funcionando, mas dinheiro para as Olimpíadas não falta. Quando o chato Charles De Gaule disse que o Brasil não era um país sério todos se revoltaram contra ele. A verdade dói mas não muda.
MANOEL JOSÉ RODRIGUES (assistente administrativo) - Alvorada do Sul

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