Fora Dilma
A presidente da República, Dilma Rousseff, sobre a abertura de processo de impedimento declarou a seguinte frase: "Nada fiz". É exatamente por este motivo que a população a quer fora do governo. Por não ter feito nada para conter a inflação, por não ter impedido o desemprego. Então, o que ela fez? Para se manter no poder, loteou os cargos de primeiro, segundo e terceiro escalões com os chamados partidos aliados, que não estão a fim de administrar nada, somente encher as burras para si e para as próximas eleições. Falta patriotismo. Ela manteve durante os quatro anos da primeira gestão um incompetente no Ministério da Fazenda. Tirou e continua tirando do lombo da população a incompetência dos doze anos de governo do PT, criando impostos e taxas. Mentiu sobre a situação financeira do país. Foi eleita sob suspeita de fraude; o seu criador ofereceu urnas eletrônicas para vários países, entretanto, só as aceitaram os corruptos e os com excelência de ditadura. Ela deu ouvidos a um ex-presidente e seus familiares, mais sujos que pau de galinheiro. Recebeu dinheiro para a campanha da roubalheira da Petrobras. Se fôssemos enumerar todos os malfeitos da presidente, precisaríamos de mais de mil folhas, frente e verso. Portanto, ela poderia ser nobre e renunciar ao cargo antes que a ponham na rua. Lembrando, sem foro privilegiado.

ROBERTO ANTONIO DE CARVALHO (aposentado) – Londrina



Apoio aos caçadores de corruptos
Nunca tocou tão profundo e com tanta seriedade a necessidade de combater acirradamente a corrupção que saqueia e esfacela o País. As mensagens passadas pelos procuradores do Ministério Público Federal, pelos delegados da Polícia Federal e a agilidade nas sentenças condenatórias do dr. Sérgio Moro renovam as nossas esperanças de um novo tempo para o Brasil. Essa caçada aos corruptos, feita de forma consistente e persistente pela equipe capitaneada por esse brilhante magistrado, desarmou até os esquemas políticos montados nas instâncias superiores do Judiciário. Os ministros simpatizantes às cores político partidárias estão mais cautelosos e, sob pressão da opinião pública, pouco se arriscam em aventuras de parcialidade na proteção dos seus padrinhos, como fizeram por ocasião do julgamento do mensalão. Todavia, não se pode baixar a guarda. Criminosos povoam a classe política, dominam instituições governamentais e continuam gravitando no entorno do poder. A impunidade é a principal causa alimentadora dos sucessivos escândalos. Como não indignarmos quando corruptos condenados pagam as suas penas com cestas básicas e serviços comunitários? Como podemos aceitar que magistrados corruptos sejam punidos com apenas aposentadorias (e gordas) compulsórias? Como admitirmos, por exemplo, que Paulo Maluf e Antônio Belinati continuem impunes? Urge o endurecimento da legislação penal. Vamos lutar pela implantação das "10 medidas contra a corrupção" proposta pelo MPF, assinando a lista de adesão ao movimento. É preciso fortalecer o apoio da opinião pública, dos movimentos de rua e da sociedade civil organizada em favor do dr. Moro e sua laboriosa equipe.

LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) – Londrina



Imprensa calada
A presidente Dilma Rousseff fez calar o JL (Jornal de Londrina), mas não por perseguição ou outra forma ditatorial, mas sim pela sua vasta e imensurável incompetência para governar o país.

LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé



Câmara esclarece
Sobre a reportagem "Câmara de Cornélio aumenta número de vereadores por decreto" (Política, 18/12), a Câmara Municipal de Cornélio Procópio esclarece que o correto a ser afirmado é que, "em virtude de estar em viagem tratando de assuntos referentes ao Legislativo", o procurador jurídico da Câmara, Rafael Ernani Brocher, não pôde analisar o processo que instituiu o decreto para o aumento do número de legisladores.

ASSESSORIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE CORNÉLIO PROCÓPIO



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