OPINIÃO DO LEITOR
Quebra-molas fora de padrão
A Avenida Arthur Thomas foi contemplada com dois quebra-molas nas duas pistas de rolagem que,a meu ver, estão fora dos padrões da norma que rege o trânsito. Tal obstáculo compromete a segurança e causa danos aos veículos. Quem é o responsável,Ippul ou CMTU? Já não basta os buracos e remendos mal executados? Pessoal, vamos executar as obras dentro da legalidade e com qualidade, caso contrário a cidade vai virar um caos.
Alternativa ao pedágio
Venho a público dar uma ideia ao prefeito Alexandre Kireeff, já que ele quer fazer uma coisa útil ao povo londrinense e paranaense no decorrer do seu mandato. A ideia de duplicar a PR-445 é excelente desde que deixe uma alternativa para quem não quer ir pela via duplicada e onde se paga pedágio. Não estou aqui dar essa ideia, mas sim para que o prefeito faça uma ponte sobre o Rio Tibagi na região do Limoeiro onde antigamente tínhamos uma balsa que ligava Londrina a Assaí. Assim, nos livraria do pedágio de Jataizinho.
Má qualidade na prestação de serviço
Cobrar excelência em produto e prestação de serviço é tanto dever do consumidor quanto da organização da empresa. Dias atrás, observei um triste acontecimento na linha de ônibus 113 da Grande Londrina. O passageiro, com a perna quebrada, fez a solicitação de parada e, após esperar a descida dos outros passageiros, a porta foi fechada e condutor do veículo prosseguiu mesmo alertado sobre a situação. O rapaz e os demais passageiros, imediatamente, pediram que o motorista parasse, mas foram ignorados e tratados com indiferença. Acontecimentos como esse são rotineiros, seja na área de transporte como em todas as outras. O direito do consumidor muitas vezes é posposto a conveniências e humores dos prestadores. Aumentar a tarifa acho justo, contanto que haja proporcionalidade ao serviço oferecido.
Inadimplência anunciada
A economia não aguenta desaforos. Vejo na manchete "Facilidade ao crédito deixa paranaenses superendividados" (Reportagem, 29/11) o crescimento assombroso da inadimplência entre os brasileiros. Este fato não é extemporâneo e não apareceu por si só. Há aproximadamente 10 anos o governo, no afã de criar uma classe social nova, agradar seu eleitorado para conseguir mais votos, inventou uma nova classe social e induziu a população a erro, incitando-a para que consumisse desbragadamente. Isso, ordenado pelo chefe de governo, tornou-se uma doce maneira de comportar-se. Como todo efeito tem uma causa, num período histórico curto, começaram a aparecer as sequelas. No meio do carnê o comprador percebeu que aquela prestação do carro era incompatível com seu ganho. Percebeu também que seu "modus vivendi" era diferente daquele que a sua realidade permitia. Hoje assoberbado pelo peso das dívidas e espicaçado pelo sistema de cobrança de grandes instituições financeiras, sente-se inerte sob o peso de suas dívidas. O grande líder, que orientou esse povo a usar de seu crédito em profusão, agora questionado, talvez diga "que não sabia de nada". Não sabia que permitindo as instituições financeiras cobrar os juros que quisessem iriam assoberbar o incauto cliente. Não sabia que o povão não tinha estrutura para entender o âmago e entranhas do sistema financeiro.
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