Solidariedade a Mariana
Concordo com o leitor Rogemar Monteiro (Opinião, 18/11) que falar de Paris é mais bonito, mais charmoso do que da tragédia de Mariana (MG). Esse é um dos grandes problemas das redes sociais. Basta um click e copiamos o que todos estão postando. É fácil demais e extremamente cômodo! Maravilhoso seria se as pessoas se colocassem no lugar do outro perante uma tragédia dessa magnitude,lessem mais a respeito e se solidarizassem com aqueles que estão sofrendo! Qual a melhor forma? Uma delas (e se você que está lendo se dispor a isso): doe água mineral. A Rio Doce Help está arrecadando doações e água mineral para levar a Mariana. Em Londrina, o posto de coleta fica na APP-Associação de Professores do Paraná (Av. J.K, 1.384). Faça a sua parte e ajude a quem precisa.

LUIZA HELENA MARTINS (administradora de empresas) - Londrina



Maldade premeditada de Dilma
Aposentados e trabalhadores, prestem atenção aos atos da presidente Dilma Rousseff, pois a Câmara dos Deputados e o Senado haviam aprovado no regime da Previdência, três distorções que estavam liquidando as aposentadorias: o salário mínimo da Previdência ser igual ao mínimo nacional; a desaposentadoria, item que corrigiria muitos salários de trabalhadores que após se aposentar continuariam trabalhando; e o fator previdenciário. A presidente vetou esses direitos enterrando a esperança de ver os salários corrigidos dentro da realidade. A aprovação do seguro desemprego do trabalhador rural, a aprovação da correção do FGTS pelo índice da poupança, o prazo para pleitear o seguro desemprego, todas essas vitórias obtidas na Câmara e no Senado ficaram na mesma ou pioraram com a negativa da presidente e apoio de deputados desqualificados. Os argumentos de que a Previdência é deficitária cai por terra, pois o país vai fechar o ano com o deficit de R$ 53,8 bilhões + R$ 50 bilhões de pedaladas, que somados com mais R$ 40 bilhões de roubo declarado, daria para cobrir os direitos previdenciários e ainda sobraria muito troco. Jamais esqueçam quem lhes tirou o futuro e a esperança de dias melhores: a turma do PMDB, PT e Dilma.

YOCHIHARU OUTUKI (engenheiro agrônomo) - Itambaracá



Perigo latente
Concordo "ipsis litteris" com o leitor Adoniro P. Mathias (Opinião, 20/11) a respeito da quadrilha de políticos que nos faz de gato e sapato ao seu bel-prazer. Apenas alerto ao conceituado contabilista que não vire de costa ao encontrá-los, pois a sua dor poderá ser maior.

EDSON MEDARDO SCARCHETTI (aposentado) - Londrina



Três flagelos nacionais
O país encontra-se entremeio a três flagelos. O primeiro ocorre no Sul onde o povo sofre com as enchentes que deixam milhares de pessoas desabrigadas, além de perdas de toda economia angariada por anos. O segundo ocorre no Nordeste com a estiagem prolongada por falta de chuva, assolando a população como se vê constantemente em Alagoas. O terceiro flagelo ocorre no Congresso Nacional, em Brasília, onde os disparates vão se sucedendo sem pudor, num despropósito inimaginável e nunca visto. Lá, prolifera o execrável toma lá dá cá num desgoverno sem precedentes, aliado à corrupção desenfreada que deixam a população desiludida e sem esperanças.

ANTONIO FRANCISCO DA SILVA (advogado) - Ibiporã



Acidentes nas estradas
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, no feriado de Finados ocorreram 827 acidentes, com 775 pessoas feridas e 61 mortes nas estradas federais do País. Como pessoas embriagadas e menores de idade arriscam suas vidas e as vidas de outros cidadãos inocentes nas estradas do nosso país? Ainda fico mais indignado quando vejo que motoristas ficam presos por cerca de 2 a 4 anos. A média de mortos no trânsito do Brasil dá uma clara medida que pouco se faz para resolver o problema. Até quando vamos esperar por mudança e por Justiça?

MURILO NISHIYAMA MIURA (estudante) - Londrina



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