Sua excelência, o ladrão
Ladrão é aquele que toma o que não é seu. Se com isso prejudica a milhares e milhares de outras pessoas, esse ladrão tem outro nome que, por educação, prefiro declinar. O que se vê hoje, tanto na Câmara como no Senado Federal, é uma agitação insana de vossas excelências tentando justificar o injustificável. Enquanto o país está paralisado, continua o bate boca institucionalizado. Agora vem um projeto de lei, pronto para ser aprovado, legalizando os depósitos no exterior, fruto das apropriações indébitas. Isso, desde que essas fortunas retornem ao Brasil. E ninguém vai preso. Acorda, Brasília! O povo precisa trabalhar, estudar e comer. O ano está acabando e vocês aí nessa teatralização barata que já não engana mais ninguém.

JOÃO ALBERTO TWARDOWSKI (médico) – Guaíra



Terminal Oeste:verdadeira saga!
Saga é o que chamamos sobre uma sequência de histórias de aventuras que envolve geralmente personagens heroicos. É o que vem acontecendo com os moradores do Jardim Leonor e as mudanças no transporte público trazidas pela inauguração do Terminal Oeste. Ao invés de agilidade e integração, vemos atrasos, corte de linhas arbitrariamente, aumento no tempo de frequência dos ônibus, desrespeito a idosos e cadeirantes que chegam a esperar mais de 40 minutos no ponto de ônibus. Os mais prejudicados são os moradores que pegam ônibus ao longo da Rua Castanheiras. O que outrora parecia tarefa fácil, e o ônibus nos levava em 15 minutos ao centro da cidade, agora a tarefa pode demorar até 40 minutos a 1 hora, um verdadeiro teste de paciência. O principal trajeto dos moradores é o centro, mas os gerentes da CMTU parecem estar alheios a isso, justamente por pensarem somente na sua planilha de custos e, principalmente, por não precisarem andar de ônibus. Precisamos que as autoridades nos ouçam, já que a tarifa aumentou duas vezes este ano, e mesmo com a implantação do novo terminal, estamos chegando ao cúmulo de fazer trajetos que demoram até duas horas!

GUSTAVO ANTONIO MARTINS (servidor público) – Londrina



Grael: lição de vida
O que você faria se tivesse uma das pernas decepada por uma lancha pilotada por um sujeito embriagado? Não precisa responder. Muitas coisas ruins vem a nossa cabeça. Comumente, elas somente fazem mal a nós mesmos. Lars Grael, nosso velejador olímpico, passou por essa situação trágica, há 17 anos. Com certeza, sendo humano, ele se revoltou com o fato e, especialmente, com o bêbado sem noção. Porém, tendo nobreza e grandeza de espírito não desistiu do esporte. Conquistou recentemente o título mundial na Classe Star. Porém, o que mais me emociona e inspira é que essa conquista foi em parceria com Samuel, aluno do projeto social da família Grael, que ensina garotos de comunidades carentes a velejar. Isso modifica e dissemina cidadãos de bem. Fica, então, mais uma lição de vida: "Melhor do que dar um barco a alguém, o ideal é ensinar a velejar".

AMARILDO PASINI (engenheiro agrônomo) – Londrina



Dengue
Todos sabemos que a dengue é uma doença causada pelo mosquito Aedes aegypti, o qual se reproduz na água parada. Mesmo tendo cada vez mais pessoas com essa doença, ainda não existe conscientização por parte da população sobre a importância de cuidar dos quintais e do lixo depositado em áreas livres da nossa cidade. Com isso, hospitais e postos de saúde ficam ainda mais lotados por causa da doença, sendo que a responsabilidade de evitá-la é da própria população. O governo também se encaixa nessa responsabilidade, pois é dele o dever de trabalhar na conscientização e fiscalização, multando as pessoas que estão contribuindo no aumento da contaminação da dengue.

SOFIA LIZ BILMAIA EMIDIO (estudante) – Londrina



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