Afinal, pode ou não?

Mentir na campanha? Pode! Xingar político ruim pela internet? Não pode! Roubar da Petrobras? Pode! Fazer greve com caminhão? Não pode! Distribuir verbas parlamentares? Pode! Melhorar o SUS? Não pode! Construir shopping na Câmara dos Deputados? Pode! Construir mais presídios? Não pode! Filho de político enriquecer rápido? Pode! Filho de pobre financiar a faculdade? Não pode! Emprestar dinheiro do Brasil para comunistas? Pode! Emprestar dinheiro para casa própria? Não pode! Pôr dinheiro nas cuecas? Pode! Criar mais empregos para o trabalhador? Não pode! Colocar representantes para nos governar? Pode! Tirar representantes incompetentes? Não pode? Tenha a santa paciência!
OSVALDO SANTOS JR (arquiteto) - Londrina




País de terceiro mundo

Sem segurança pública eficiente, contratamos vigias. Sem escola pública de qualidade, quem tem condições matricula os filhos em escola particular. A classe média paga plano de saúde; a classe A, médico particular. Moramos em um país de terceiro mundo e queremos benefícios de primeiro. Achamos um absurdo o que recebe um político e não questionamos o salário de um juiz, de um funcionário público. Desejamos escola de qualidade e aceitamos pagar por escola ineficiente. Queremos boa saúde e hospital na porta de casa ainda que a altos custos. Admitimos professores ruins e aceitamos que o estado pague para que melhorem. Temos de otimizar o uso do recurso público. Somos um país pobre e temos de ter consciência que se o ideal são três funcionários só podemos contratar um e, mesmo assim, não devemos admitir pouco e malfeito serviço.
ILDO YUKIO MARUBAYASHI (agricultor) - Londrina




Árvores do Lago Igapó

O Lago Igapó possui uma variedade de árvores, como timburi, cedro, jatobá, pitanga, eucalipto, paineira e tantas outras espécies que poucas pessoas conhecem pelo nome, principalmente as crianças e, tampouco, jovens e adultos. Outro dia presenciei um senhor tentando identificar um pé de abacate, chamando-o de pé jaca. Então, sugiro à Secretaria do Meio Ambiente de Londrina colocar placas de identificação nas árvores. Não necessita fazer a ficha técnica. Basta que todos saibam identificá-las. Afinal, faz parte do aprendizado das crianças, e é muito legal ter esse conhecimento.
RUBENS PEDRO DA SILVA (aposentado) - Londrina




Corrupção

Acredito que a corrupção se faz presente no cotidiano brasileiro pela certeza da impunidade de quem comete o ato de corrupção. Para mudar essa realidade, temos que aplicar leis que deixem claro a quem tem a oportunidade de se corromper, que esse crime não compensa e que as punições serão rigorosas e contundentes. É justamente isso que não ocorre no Brasil hoje. Para o crime de corrupção, a Justiça é lenta, as penas não são rigorosas e o roubo de milhões resultam em poucos anos de cadeia, na pior das hipóteses. Por isso, sou a favor de que a corrupção com o dinheiro público seja considerada crime hediondo e inafiançável e, ainda, se cometido por agentes ou governante público este seja deposto e inelegível.
GABRIELA FARINHA HOSSAKA (estudante) - Londrina




Mortes nas estradas

O número de mortes causadas no transito é assustador, principalmente em feriados. As notícias de acidentes de carros, motos e ônibus estão fazendo parte do cotidiano do brasileiro. Por isso, devemos tomar muito cuidado, nunca passando do limite de velocidade e prestando atenção nas placas e avisos. O tanto de pessoas feridas ou até mesmo mortas em acidentes de trânsito no ano de 2014 felizmente diminuiu. Em 2015, o número de imagens por radar e de testes etilômetros aumentaram. Todos deveriam ficar preocupados pela quantidade de mortes e de pessoas feridas em acidentes de trânsito, e prestar atenção ao dirigir, pois muitos põem em risco a vida de outros cidadãos.
ANTÔNIA MONTEIRO DE ALBUQUERQUE (estudante) - Londrina




Desequilíbrio ambiental

O planeta está sofrendo com o desequilíbrio ambiental. É frequente as notícias sobre a seca em algumas regiões do país e as enchentes em outras, calor no inverno e frio no verão. Até as flores estão sentindo as mudanças climáticas e já não florescem quando chega a primavera. Todas essas alterações são reflexo dos desmatamentos, da emissão de poluentes na atmosfera e do descarte incorreto do lixo. O que falta é a conscientização das pessoas. Eu, você, todos juntos temos que respeitar a natureza. Qual é o mundo que você quer deixar para seus filhos, netos e bisnetos?
GIOVANNA ARALDI BRANDÃO (estudante) - Londrina

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