Política se aprende na escola
O projeto de lei nº 748/2015 mostra mais uma vez que nossos políticos querem mesmo é a ignorância do povo. Este projeto quer acabar com a suposta doutrinação dentro dos estabelecimentos escolares. Sou contra este projeto, pois é nas escolas que aprendíamos sobre tal assunto. Na minha época de escola tínhamos as matérias de Organização Social e Política Brasileira (OSPB) onde a se aprendia tudo sobre as funções e deveres dos deputados, senadores, presidente, vereadores, ou seja, Legislativo, Executivo e Judiciário. Tínhamos também Educação Moral e Cívica que ensinava as datas comemorativas, todos os hinos, desfiles no Dia da Independência, etc. Hoje aboliram essas matérias, acabaram-se as datas comemorativas e até mesmo o desfile da Independência do Brasil. Acabaram com o patriotismo com a exclusão dessas matérias. Hoje pergunta-se para qualquer aluno de ciclo universitário sobre as funções dos políticos e duvido que saibam. Não sabem nem qual é o Dia da Bandeira, quando foi fundada Londrina e por aí vai. Somos ignorantes em matéria de patriotismo e de política. Creio que a reforma política se começa desde o primário. Devemos sim ensinar política nas escolas, de como se deve governar com retidão e honestidade e deixarmos de ser mero povo de manobra. Vamos exigir sim política nas escolas porque quanto mais tempo passar pior vai ficar. O que queremos para nos representar larápios, corruptos ou pessoas bem-intencionadas?

ANTONIO CARLOS GIL (microempresário) – Londrina



Que país é este?
Henrique Pizzolato, condenado pelo STF a 12,7 anos de prisão por desvio de dinheiro público, fugiu para a Itália com passaporte falsificado de um irmão já falecido. Após ter sido preso por 18 meses naquele país, é anunciada, no Brasil, a sua liberdade em junho de 2016 em regime semiaberto, ou seja, trabalhando de dia e dormindo à noite na prisão. Isso significa que cumprirá pena em regime fechado somente por dois anos e seis meses. Além do desvio de recursos públicos, ele deixou um prejuízo de R$ 170 mil e mais despesas com advogado na Itália, no valor de aproximadamente de R$ 480 mil. Socorro, eu não quero pagar a conta de mais esse corrupto. Cheguei à conclusão que no Brasil - república de banana - o crime compensa e muito, haja vista os condenados do mensalão e petrolão: leves e soltos. Nessa hora, dá saudades de Joaquim Barbosa.

ROBERTO ANTONIO DE CARVALHO (aposentado) – Londrina



Crise no Brasil
A falta de investimentos em infraestrutura é um dos motivos que tem levado o país a perder na questão de economia e competitividade. Temos também outras questões, como a falta de planejamento estratégico, a submissão da política econômica à política partidária e também a falta de credibilidade. Que a economia do Brasil está mal todo mundo sabe, mas será que podemos mudar? Bom, isso vai de cada um, mas é bom todos nós termos consciência de nossas escolhas, para não ficarmos em novas crises.

ANTONIO THYRSO (estudante) – Londrina



Ainda o Enem
As provas do Enem foram questionadas por estarem extensas e difíceis. Também foi questionado a hora do fechamento dos portões para as provas. Todo ano os alunos criticam isso. Para ir a um show ou em qualquer outro lugar, os estudantes chegam dias ou horas mais cedo, mas para realizar uma prova que ajudará no futuro chegam atrasados.

NATÁLIA COUTINHO CORREIA (estudante) – Londrina



Universidades públicas
Sobre as universidades públicas de Londrina, penso que é realmente muito estranho que vários jovens prefiram sair da cidade até mesmo do país em busca de melhores oportunidades de estudo, porque a própria cidade não oferece estrutura adequada e muitos professores dedicados, o que acaba gerando greves. Se o governo fosse realmente eficiente, as universidades públicas seriam bem melhores que as particulares e faria com que os alunos e os professores ficassem satisfeitos.

SOFIA REIS CESAR (estudante) – Londrina



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