Greve dos caminhoneiros
O brasileiro é um povo acomodado, quer que o país mude, mas sem sua participação. O caminhoneiro autônomo procura, em seu protesto, tanto melhorar sua vida como o país. Ele é o maior prejudicado, pois não é funcionário público que recebe os dias parados. Durante a greve não fatura e tem que pagar prestação do caminhão, combustível, despesas com a família e outras. Enfrenta o governo, a Polícia Rodoviária e a insatisfação de parte da população. Todos devemos trabalhar para a saída desse governo corrupto e incompetente. Sem sacrifícios, nada melhora. Não devemos ficar inertes à espera de um milagre.

THEOPHILO PARANAENSE COUTINHO GOMES (engenheiro civil) – Londrina



Tráfego na Higienópolis
Relutei em reclamar, entretanto, a paciência transbordou na última segunda-feira. Nos horários de pico essa avenida fica intransitável. A quantidade de veículos é anormal, porém, a causa da confusão é a falta de sincronização entre os semáforos das ruas Dulcídio Pereira, Aminthas de Barros e Joaquim de Matos Barreto. Quero sugerir duas alternativas para melhorar o fluxo: aumentar o tempo aberto do semáforo da Dulcídio Pereira e Aminthas de Barros no sentido Higienópolis; e não permitir o cruzamento da Higienópolis pela Dulcídio Pereira. Evidentemente, existem outras soluções se olhadas por olhos profissionais.

IZAIAS BITENCOURT MORAES (contador) – Londrina



Buracos nas ruas
As ruas de Londrina têm muitos buracos que dificultam a passagem dos carros e ônibus. A prefeitura deveria consertar o pavimento e facilitar a passagem dos veículos, que poderiam andar com mais tranquilidade e segurança. Se o município investisse mais dinheiro nessas obras, as ruas seriam mais seguras e não teríamos tantos acidentes por falta de sinalização, visibilidade e congestionamentos.

PEDRO AUGUSTO PINHEIRO DE OLIVEIRA (estudante) – Londrina



Cadastro de domésticos
Conforme a reportagem "Cadastro de Empregados domésticos ultrapassa 1,1 milhão" (Economia&Negócios, 31/10), temos mais de 1,1 milhão de domésticos cadastrados junto à Receita Federal. Isso é importante, pois as empregadas terão Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, contribuições previdenciárias para o INSS, seguro contra acidente de trabalho, multa em caso de demissão sem justa causa, ou seja, são direitos que elas não tinham, que eram essenciais, e hoje elas conquistaram. A reportagem foi muito interessante porque podemos ter uma noção maior de que estão tratando corretamente os direitos dos empregados domésticos.

MARIA JULIA ARAUJO AFFONSO (estudante) – Londrina



Passagens caras
As passagens de avião e ônibus estão muito caras. Várias pessoas estão desistindo de conhecer novos lugares, visitar suas famílias ou até mesmo compromissos de trabalho. Não conseguem por conta do dinheiro. As pessoas têm interesse em viajar para fora do país, mas não conseguem ir pois o dólar está caro. Conseguir dinheiro para viajar ao exterior está difícil, pois as contas estão cada vez mais altas. Como conseguir viajar? É simples: trabalhe, guarde uma parte do salário e o resto pague as contas e dívidas. Agindo dessa forma, é possível economizar e viajar.

MARIA EDUARDA STOCCO TRINTIN (estudante) – Londrina



Aumento do pedágio
Cada vez mais o governo aumenta tarifas e impostos, seja da água, da luz e agora vai aumentar o pedágio. A população não aguenta mais tanto aumento nas despesas sem previsão de melhoras nos rendimentos. Fica o alerta: só nos resta economizar.

VINICIUS PALERMO THOMÉ (estudante) – Londrina



Correção
* Ao contrário do que publicou a FOLHA ontem, apenas um dos auditores que contribuiu financeiramente para a campanha de Beto Richa vai integrar comissão de PAD. O outro auditor doador vai participar de comissão de sindicância para investigar a participação de um agente fazendário no esquema. O corregedor da Receita explica que foi a Secretaria da Fazenda quem escolheu os membros das comissões.


■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal.
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