Vamos receber bem a torcida do Vila
Senhor Sérgio Malucelli, no jogo com o Vila Nova vamos fazer, o que certamente, nunca foi feito por nenhum gestor nos estádios de futebol. Vamos ser verdadeiros anfitriões com os torcedores do Vila Nova, recebendo-os com cordialidade e respeito, tratando-os com os merecimentos reservados e direcionados que os visitantes têm direito. Vamos lançar o tapete vermelho. Vamos acomodá-los no melhor local do Estádio do Café, nas cadeiras cativas. Com certeza, essa acolhida merecida pelos torcedores, que estarão viajando quase mil quilômetros, poderá ser divulgada pela mídia nacional, além de estarmos incentivando essa prática em inúmeros estádios do nosso país. Fazer o que todo mundo faz é fácil, o difícil é fazer o que poucos fazem, ou até mesmo fazer o que nunca foi feito!

ADONIRO PRIETO (empresário) - Londrina



Parabéns, professora Aparecida
Sobre o artigo "Educação e burocracia", da professora Aparecida Vieira Remes (Espaço Aberto, 31/10), gostaria de solidarizar-me com seu protesto contra a burocracia avassaladora que medra nesse país feito erva daninha, travando o desenvolvimento como um todo e, particularmente, na educação, onde também milito como professor há 42 anos. Durante décadas vi um corpo discente maravilhoso ir se deteriorando de forma inexorável no que tange à educação, o respeito aos professores, o interesse pelos estudos, sem que nenhum órgão responsável fizesse qualquer coisa além dos famigerados Planos Curriculares Nacionais editados por nosso egrégio Ministério da "Deseducação", e que se traduzem sempre na essência do anódino. A impressão que se tem é de que os tecnocratas do Ministério se acostumaram de tal forma ao "dolce far niente", aos polpudos salários e a sua certeza absoluta de impunidade, que estão pouco se importando se as escolas estão sucateadas, se professores estão sobrecarregados, neurotizados, buscando auxílio de psicólogos para não perderem o controle diante de turmas altamente insubordinadas. Nada disso parece importar para o Ministério da Educação. Assim me parece, pelo menos. Criam normas intermináveis, mas jamais proveem os instrumentos e recursos necessários para implementá-las. Normas que facilitam a vida dos alunos tornando-os cada vez mais mal preparados e que esmagam os professores a ponto de muitos abandonarem a profissão. Como diz a professora Aparecida, o governo, através do Ministério da Educação, está matando o ensino no Brasil, escravizando professores, e transformando alunos em medíocres.

PAULO ANDRÉ CHENSO (médico) - Londrina



Crimes contra a infância
A infância e a juventude precisam de proteção. É triste saber que uma cidade do tamanho de Londrina e que é um polo regional não contava com uma delegada exclusiva para investigar crimes praticados contra os menores. Agora, com a nomeação de uma delegada exclusiva esperamos mais agilidade nas investigações e que os responsáveis sejam punidos. As crianças e os jovens não podem continuar a ser vítimas de violência, eles têm que receber cuidados para se desenvolver até quando forem adultos.

SERGIO ROBERTO MAZZINI GRANDE (estudante) - Londrina



Fechamento de escolas estaduais
O governo não estava certo em fechar escolas. Existem muitas famílias que não podem pagar pela mensalidade de uma escola particular e precisam das escolas estaduais para os filhos estudarem. Além disso, muitas das escolas são ótimas e não podem ser fechadas. Todos merecem um ótimo aprendizado. Se precisasse fechar algumas escolas por problemas econômicos, o governo poderia fechar uma ou duas e não 150 como chegou a ser anunciado.

CATARINA TOSINI MACHADO (estudante) - Londrina



Problemas do centro
Eu percebo que o centro de Londrina possui vários problemas, como por exemplo na praça da Bandeira que tem muitas lâmpadas queimadas ou quebradas por vândalos. À noite, lá vira um verdadeiro breu. Também há um banheiro que está pichado e quebrado. Como há várias árvores que servem de dormitório para pombas, o chão fica cheio da sujeira delas e o cheiro é insuportável. Há ainda falta conscientização de pessoas que picham, quebram as lâmpadas e jogam lixo no chão.

PEDRO A. RIGON (estudante) - Londrina


■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal.
E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

mockup