Cadê os políticos?O que acontece com Londrina? Por que será que aqui as coisas andam tão devagar (quando andam)? Será que o londrinense não vê e faz as contas de há quanto tempo não acontece nada de relevante por aqui? E as obras paradas e projetos como a Ferrovia Norte-Sul excluindo Londrina no seu traçado ou apoio dos políticos quanto à duplicação da PR-445 até Mauá, o que os senhores têm feito? Afinal, onde estão os que representam Londrina politicamente, o que os senhores têm feito nos últimos anos ou décadas? Estão livres, leves e soltos, só aparecendo quando está chegando a hora do voto novamente? Não seria o caso de virem – a exemplo do deputado Tercílio Turini - diante da imprensa local e prestar contas, do que fizeram durante a semana (de forma clara e sem rodeios)? E, antes que venham falar em crise, vamos lembrar que Maringá – para citar a mais próxima - também está dentro do Brasil e não é de hoje que as coisas por lá funcionam. Será que trazer benefícios para cidade fortalece o partido do prefeito? É isso? Se assim for, já passou da hora de serem substituídos.
JOSÉ ROBERTO BRUNASSI (advogado) – Londrina

Tempo precioso para livrar-se
O tempo é uma forma abstrata que se tornou concreta com o advento do relógio, que marca detalhes da vida humana em acontecimentos bons e ruins. Os 47 políticos investigados pelo Supremo Tribunal Federal devido ao envolvimento na Operação Lava Jato estão torcendo para postergar o tempo, dando espaço para que novos acontecimentos possam beneficiá-los. E, assim, o jogo político e negociatas entre o governo, os acusados, a oposição, demonstram a cada dia uma realidade dura à sociedade, pois ela sabe que será sacrificada. O governo não tem mais sustentabilidade e credibilidade, pois sua administração desastrosa permitiu e participou das corrupções. A criatividade dos envolvidos é maléfica e estão usando todos os subterfúgios para postergarem o tempo. Iniciou-se com o fatiamento do processo, negociações intermináveis para conter o impeachment e, recentemente, o PL nº 2960/15 querendo isentar de crime dinheiro depositado no exterior, mesmo de forma ilícita, o que livraria todos os acusados. Estamos presenciando o desmonte e a ruína da República com a notícia de que fecharemos 2015 com deficit de R$ 51,8 bilhões mais R$ 50 bilhões de dívidas de pedaladas, resultando em R$ 100 bilhões. Diante disso, a sociedade pede justiça mais ágil e rápida aos culpados e impeachment já a esse governo corrupto que faliu a nação.
YOCHIHARU OUTUKI (engenheiro agrônomo) - Itambaracá

Novos pedágios
Nos relata a mídia que o desgoverno paranaense pretende presentear aos "amigos do rei" mais três praças de pedágio e indica os locais. Só não publicou o que realmente o desgoverno pretende com essas novas concessões. Se os governantes brasileiros fossem sérios, concessão de pedágio seguiria os moldes dos demais países, onde quem pretende uma concessão apresenta um projeto, esse projeto é estudado e, se for viável aos moradores do local onde se deseja instalar a estrada, será dado o sim para o início das obras. Vejam bem, o início das obras e não o início da cobrança do pedágio sem antes ter havido a devida construção da obra. Se for uma rodovia, deverá haver a rodovia alternativa para tráfego daqueles que não pretendem pagar pedágio. Justamente o contrário do que acontece no Brasil e, especialmente, no Paraná, onde as concessões só fizeram de bom capina e roçagem e uma ou outra obra sem vulto. Ninguém até hoje sabe direito o que consta dos tais contratos. O que todos sabemos é que o pedágio no Paraná é um dos mais caros, se não for o mais caro do mundo. Que inveja do povo catarinense, que tem suas vias duplicadas e o preço do pedágio é baratinho. Portanto, um alerta aos que se dizem representantes do povo: busquem o que quer o desgoverno paranaense com mais essas concessões para não cairmos mais uma vez no conto do vigário. Se a pretensão do desgoverno for para o bem do povo paranaense, que seja aprovada, se não, não. Pensem nisso.
EDMILSON ASSIS DOS REIS (autônomo) – Londrina

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