Obrigado Malucelli!
O gestor Sérgio Malucelli, juntamente com o técnico Cláudio Tencati, todo o elenco alviceleste, imprensa e torcida tiraram o nosso querido Tubarão das cinzas. Em cinco anos, saímos da Série B do Paranaense para a Série B do Brasileiro. Infelizmente, o poder público pouco participou. Não sou favorável que haja disponibilização de recursos financeiros para o Tubarão, mas sim que Executivo e Legislativo motivem os empresários a participarem mais efetivamente do nosso Tubarão, além de darem uma condição melhor na apresentação do nosso estádio, visto que, em jogos transmitidos por importantes canais de televisão fomos criticados pelo placar da "era do guaraná com rolha" e pela iluminação de boate de beira de estrada do nosso estádio. Malucelli, mais uma vez, obrigado por tudo o que você e seus colaboradores fizeram pelo futebol da nossa cidade.

ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina



Crime continuado
Conforme noticiado em vários jornais, as tais pedaladas fiscais no primeiro semestre deste ano somaram mais de R$ 40 bilhões (conforme o TCU), ou seja, o desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) continua sendo aplicado pela administração federal. Para este caso, sempre é bom lembrar o parecer dos juristas, e em especial do respeitado professor de Direito Dalmo Dallari, de que esse crime administrativo não tem consistência jurídica para um eventual impeachment da presidente Dilma, pois não foi cometido em benefício próprio.

EDGARD GOBBI (desenhista aposentado) - Campinas (SP)



Dia do Professor: 15 ou 13 de outubro?
Li o excelente texto "Dia do Professor", do professor Flaviano Lopes (Folha2, 13/10). Para quem não o leu, ele explicou que essa tradição, iniciada em 1947, numa escola de São Paulo, foi oficializada por decreto em 1963. O professor explicou, também, que a data – 15 de outubro – homenageava o decreto assinado nesse dia – em 1827 – por Dom Pedro 1, determinando que "todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras". Quando cheguei em sala de aula, um aluno me espantou ao dizer que o Dia do Professor na escola em que sua mãe trabalha era no dia 13. Conversando com colegas, fiquei sabendo que escolas do estado de São Paulo comemorarão o Dia do Professor em novembro. Quais foram as razões do meu espanto, enquanto professora? Estamos querendo comemorar o Dia do Professor – parando um dia - para que nossos alunos, governantes e compatriotas reflitam sobre o valor de nossa profissão ou só queremos emendar feriados? Como marcar na memória das crianças uma data que muda? Como queremos nos fortalecer enquanto companheiros de profissão, se não conseguimos nem nos unir em torno de nosso dia? Como ensinamos História, se não zelamos por nossa história? Em nossa cidade, nem a data de seu aniversário é respeitada: cidadãos são relegados a segundo plano; em primeiro, estão os interesses corporativos. Em uma visão futurista, pode ser que daqui a alguns anos não haja mais dia da Independência, dia da Proclamação da República. Cada segmento corporativo terá juntado todos os seus feriados e realizado um grande "vamos para a praia".

LUIZA LEONOR CAVAZOTTI E SILVA (professor) - Londrina



Qual o custo das rebeliões nos presídios?
Quando há uma rebelião em um presídio ou cadeia muito do que está posto à disposição dos presos para garantir-lhes o mínimo de condição de vida humana é destruído como forma de protesto e de chamada de atenção, mas quem paga a conta da reposição desses objetos? O governo? Nós, na verdade, vamos pagar duas vezes pelas coisas que eles quebram. São os cidadãos comuns que sofrem, pois além de gastar com a manutenção daqueles que não se adaptam ao sistema, o governo terá ainda que gastar de novo o dinheiro dos impostos que pagamos para repor tudo o que estragaram.

LUCAS SCHMOELLER SOETHE (estudante) - Arapuã



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