OPINIÃO DO LEITOR
Destruição da PEL 2
Sobre a depredação (destruição e incêndio) na PEL 2, a solução é simples e prática: já que eles (presos) destruíram tudo por que ficam ali sem fazer nada, só falando em celulares (continuando a bandalheira dos crimes), comendo dormindo, tomando solzinho, agora é bom o governo comprar todo material de construção, contratar um bom mestre de obras e colocar os "pobres coitados" para trabalhar na reconstrução do presídio. Afinal, foram eles mesmos que destruíram e nem querem saber se o patrimônio público foi construído às custas dos suados impostos dos pobres trabalhadores que ficam diariamente na labuta, enquanto eles ficam só tramando delinquências. Assim, fazem alguma coisa na vida. Bem diz o ditado: mente desocupada é moradia do diabo!
Remédio para a crise: impostos
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse que o Brasil precisa de mais impostos para sair da crise econômica. Eu sugiro ao ministro que venha defender essa tese em praça pública junto ao povo. Se lhe restar um único fio de cabelo para realização de um DNA, eu aprovo o aumento da carga tributária e passo até a defender que a presidente Dilma é um poço de competência para governar o País.
Meia-entrada
Uma atitude louvável teve a presidente Dilma Rousseff: sancionou a lei da meia-entrada que assegura 40% do total dos ingressos para jovens estudantes de baixa renda. Para esses jovens carentes conseguirem entrar em teatros, cinemas, eles precisam ter uma carteira de estudante. Essa lei, no entanto, vai ajudar mais a classe média. A classe de baixa renda não será tão favorecida, pois o pouco dinheiro que os pais guardam é destinado para alimentação, para pagar a energia, água e ônibus para trabalhar entre outras despesas. Apesar de nem todas as pessoas poderem desfrutar desse privilégio, a lei é válida pois foi implantada na intenção de melhorar a cultura do País.
Arte de ensinar
Em 1993, na primeira aula de Direito Processual Civil, eu e meus colegas de graduação estávamos ansiosos por conhecer o professor José Horácio Moreira - à época juiz de segundo grau lotado no Tribunal de Alçada Cível do Estado de São Paulo. Ele entrou em sala vestindo um paletó impecável, gravata alinhada com a camisa, cujas mangas finalizavam em abotoaduras douradas. O burburinho cessou assim que ele, com voz aveludada, educadamente se apresentou e fez um pedido: "Senhoras e senhores, boa-noite. Eu estou muito feliz por auxiliá-los a vencer mais um semestre de estudos e pretendo ensinar a vocês tudo o que estiver ao meu alcance sobre essa matéria. Não tenham receio de perguntar; todavia, eu só faço uma exigência a vocês: respeito para com a minha pessoa". O semestre transcorreu de forma absolutamente tranquila e ele, ao cumprir a promessa, foi um professor excepcional, pois além de transmitir a matéria com perfeição, sempre ilustrava seus exemplos com casos concretos (e pitorescos) por ele julgados. Os alunos o amavam e ele foi um exemplo para todos nós, especialmente de lealdade. Essa pequena lembrança é a homenagem que rendo a todos os professores pelo festejado dia 15/10, cuja vocação possui a virtude do amor. Vejamos, nesse passo, o seguinte ensinamento de São Paulo apóstolo: "Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, mas não tiver amor, nada serei. O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca perece; mas as profecias desaparecerão, as línguas cessarão, o conhecimento passará" (1 Coríntios 13:2-8).
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