Rebelião na PEL 2
Sempre primei pelo livre-arbítrio. Se os rebelados da unidade 2 Penitenciária Estadual de Londrina (PEL 2) queimaram os colchões, que durmam na cama de concreto puro ou peçam para seus familiares trazer-lhes um colchão. Se quebraram o telhado da penitenciária, que durmam sob chuva, frio ou qualquer outra intempérie. Nossa (in)Justiça é uma piada! A gente já sustenta esses elementos, durante todo o tempo prisional. Ainda depredam o patrimônio público e a gente que tem de pagar? Se um trabalhador honesto quebrar, mesmo sem querer um bem público, tem de ressarcir. Um exemplo: bata seu carro num poste, para ver! Por que não fazer o mesmo com esses sujeitos que pediram para estar lá? Que eles, somente eles arquem com as consequências dos seus atos!

PAULO CLEMENTE BHALL MARCOS (servidor público) – Londrina



Lipoaspiração estatal
O povo quer saber por que o governo ainda não se mexeu com respeito aos funcionários comissionados que nada fazem, a não ser receber seus pagamentos no fim do mês? Funcionários esses, em número bem maior do que o permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Ou seja, quem deveria dar o exemplo, é o primeiro a desobedecê-la. Outra dúvida intrigante: para onde foram os funcionários dos ministérios extintos? É curioso que no governo do general João Figueiredo havia 16 ministérios. E funcionava bem. O Reino Unido funciona com 18 ministérios e é um país de primeiro mundo. O Brasil, até então, estava com 39 pastas. Cinquenta por cento fazem parte da gordura em excesso, gelatinoso, inconsistente, ineficaz e desnecessariamente dispendioso. Podemos diagnosticá-lo, a olho nu, como canceroso! Todos os órgãos governamentais precisam ser avaliados de forma transparente, como se fosse uma empresa privada. Sendo assim, a discussão sobre o tamanho do Estado ganharia indicadores objetivos e o Brasil, de meu Deus, a chance de um "salto de qualidade". Sonhar não paga imposto, senão eu estaria insolvente!

WILSON OLIVEIRA TRINDADE (bacharel em Direito) – Londrina



Pegando em panelas
O dia 24 de setembro de 2015 foi um dia de luto para o Brasil: o Supremo Tribunal Federal arrancou das mãos do juiz Sérgio Moro a possibilidade de mandar a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e sua camarilha para a prisão. Advogados de réus e o Palácio do Planalto comemoram a decisão do STF por um motivo: a partilha do processo livrará todos os políticos ladrões e tal fragmentação tende a esvaziar e a enfraquecer as investigações. Os poderes Legislativo e Executivo nos dão vergonha por serem em sua maioria broncos, estúpidos e acima de tudo mentirosos e gatunos. A estampa que o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, se apresentou na TV – aparentando vergonha ao justificar o injustificável - ofende a mim e aos brasileiros que sabem ler.

MARIA NEUSA SANTOS SOUZA (bancária aposentada) – Londrina



Ditador sírio
Fiquei chocado com a clareza dos fatos mencionados pelo professor Nélio R. dos Reis no artigo "Anjos injustiçados" (Espaço Aberto, 22/9). Acredito que esses acontecimentos horríveis nos deixam confusos em relação à vida e às religiões. Tempos atrás, um dos papas em visita ao Museu do Holocausto, em Auschwitz, indagou: "Onde está Deus para permitir esses acontecimentos?". Quanto ao ditador sírio Bashar Al-Assad, julgo que está na hora de uma intervenção internacional para dar um basta às atrocidades e evitar que o Estado Islâmico se prevaleça dessa situação e tome conta de tudo à revelia. Espero que ditador sírio pague caro por sua perversidade assassina.

HENRIQUE GARCIA CORDOBÉ (aposentado) – Paranavaí



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