Chegou a fatura
Em outubro de 2014 fizemos um investimento pensando em um futuro melhor para esse nosso sofrido país. Pouco importa se votamos em sicrano ou beltrano, os que hoje habitam os palácios em Brasília, infelizmente, foram por nós escolhidos. O Brasil encontra-se em uma situação desesperadora: desemprego, inflação alta, corrupção e impunidade aumentando, serviços que deveriam ser oferecidos pelo poder público eram ruins agora pioraram. Já chegamos ao fundo do poço e nossos representantes estão cavando ainda mais, afundando a população enquanto eles se mantêm com seus salários milionários e escandalosas vantagens. Em Brasília ninguém se entende, cada um procurando mostrar o seu poderio, sempre em benefício próprio, de seu partido ou de seus asseclas. Mordomias vergonhosas são mantidas, a quantidade de apadrinhados se mantém intocável, as despesas aumentam estupidamente, na mesma proporção em que pioram o atendimento à saúde, educação, segurança e outros direitos constitucionais. Chefes de família já tinham diminuído a qualidade da comida levada para casa, agora estão diminuindo também a quantidade, pois muitos perderam seus empregos e os que ainda possuem a carteira assinada veem seus salários corroídos pela inflação. O futuro se mostra sombrio, o túnel inteiramente escuro, as esperanças ficam cada vez mais distantes. Se nossos políticos fizessem apenas uma pequena parte das soluções que apresentam em seus programas partidários, nossas vidas teriam uma melhora fabulosa. Aguardemos um milagre.

DARCY BRAZ GUEDES (mecânico) - Londrina



Demissão de Dilma
No dia 26/9 a mídia noticiou que, no último ano, um milhão de brasileiros receberam uma carta de demissão de seus empregadores. Não foram dadas maiores informações, mas, certamente, foram demitidos sem justa causa em função da crise econômica em que o país está atolado e não por qualquer erro cometido por eles no exercício de suas tarefas. Agora, discute-se se é possível ou não a instalação do impeachment da presidente Dilma que, teoricamente, é nossa empregada, visto que seu salário e mordomias são pagos com o nosso dinheiro dos impostos. No meu entender, impeachment é igual à carta de demissão. E, neste caso, deve ser feita uma demissão com justa causa, visto que a presidente já demonstrou que não tem competência para exercer o cargo e vem causando seguidos prejuízos à empresa - Brasil - e aos seus patrões - nós, brasileiros - com ações que denigrem nossa imagem (item da CLT que fundamenta a demissão por justa causa). Simples assim, entenderam?

NINA CARDOSO (psicóloga especialista em RH) - Londrina



Papa e o meio ambiente
Sobre o discurso do papa Francisco na ONU, no ritmo em que a população está crescendo e as guerras que acontecem no mundo é só por Deus mesmo acreditar que a fome, a destruição do meio ambiente, o analfabetismo e outros males deixarão de existir até 2030. A ONU é uma entidade de fachada, um cabide de empregos. Para se acabar com o lixo e diminuir um pouco a miséria no mundo, seria preciso pagar 20 centavos por latinha e embalagem pet vazia. O ser humano acredita em Deus, depois do dinheiro, essa é a realidade. Vivemos de hipocrisia, somos hipócritas como Deus mesmo falou. Não sou profeta, mas se a gente não morrer de fome até lá alguém me conta.

MANOEL JOSÉ RODRIGUES (assistente administrativo) - Alvorada do Sul



Ida a Marte
Assisti uma matéria na TV sobre a ida do homem a Marte. Estão sendo gastos milhares de dólares para fazer, daqui alguns anos, uma colônia para seres humanos em outro planeta. Muita pesquisa e dólares para descobrirem como plantar alface por lá. E para quê? Será que não percebem que no nosso planeta Terra muitos passam fome, frio, doenças, guerras e morrem como um indigente qualquer? Será que esses governantes, empresários e cientistas não têm Deus no coração? É tão difícil olhar a situação do planeta que está agonizando com tanta poluição, desmatamento e ambição humana? Esses países desenvolvidos deveriam gastar para melhorar este planeta tão lindo que Deus fez para nós e salvar a população mundial.

LUCIMEIRE GASPARIN MARTINS (comerciante) - Londrina



■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

mockup