Novo acesso
Na posse do prefeito Alexandre Kireeff entreguei a ele sugestão de um acesso ligando a Rua dos Funcionários à Rua Bélgica. O benefício se estenderia a vários bairros da zona sul, apesar de uma minoria contrária que pretende se manter isolada. O conflito na rotatória da barragem é enorme e o congestionamento diário se estende até parte da Avenida Harry Prochet, deixando os motoristas confusos. Face ao exposto, fica a sugestão de uma intervenção na geometria do sistema viário para melhoria do trânsito na zona sul.

VIRGÍLIO MOREIRA (engenheiro civil) - Londrina



Lava Jato e o STF
Entender política no Brasil é muito difícil, pois a cada fato novo nossos representantes mudam de opinião e só vão atrás dos assuntos que lhes proporcionem vantagens. Nos fatos que o STF intervém, antes temos de olhar quem foi indicado por quem. Creio ser ingênuo se acreditarmos que muitas das ações em que o STF ou qualquer outra instância põe a mão em nome da "justiça", parece querer acobertar os políticos envolvidos em algum escândalo. E essas divisões, penso, que sejam para enfraquecer a autoridade do juiz Sérgio Moro. Pelo que se tem noticiado, todos têm culpa sim. Mas somente as provas é que poderão culpar ou inocentar os envolvidos. Creio que todas essas divisões visam fragilizar a Operação Lava Jato para, futuramente, não restarem provas contundentes. Posso estar equivocada, mas são todos ou quase todos farinha do mesmo trigo podre que acha que vai ser para sempre. Quem está permitindo que o Brasil vire uma Cuba, Venezuela, etc., não acredita que poder divino é maior. Cada vez que as investigações sobem um degrau, aproximando mais da cúpula mandante, vão fazer o que podem e não podem para proteger os envolvidos. Mas a justiça verdadeira vai vencer, tenham os esperança.

ROSA MARQUES (aposentada) - São Paulo (SP)



Valeu Rafinha!
Jamais imaginava que um dia eu estaria valorizando e parabenizando um cidadão brasileiro que preteriu defender a seleção do seu país para defender a seleção de um outro país, como fez o londrinense Rafinha, do Bayern de Munique. Entretanto, o momento de corrupção e destruição que estamos vivendo em quase todos os segmentos das empresas administradas direta e indiretamente pelo nosso governo, em especial a Petrobras, além de inúmeras outras que iremos ficar sabendo num futuro muito próximo, fez com que eu mudasse radicalmente o meu conceito sobre o slogan – "Brasil, ame-o ou deixe-o". Essa mudança de conceito fez com que eu mudasse o slogan do nosso país da época que tínhamos poucos políticos corruptos, da época que o nosso Judiciário fazia valer a justiça e da época que a grande maioria da população era ética e moral, com isso, hoje infelizmente devemos dizer: "Brasil, não ame-o e deixe-o". Confesso, que lacrimejei ao ser tão realista em relação ao país que tanto amei.

ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina



PT, um partido transformado
O PT, fundado no início dos anos 80, surgiu com a necessidade de promover mudanças na vida de trabalhadores da cidade e do campo, militantes de esquerda, intelectuais e artistas e com a proposta de ser um partido independente. Em janeiro de 81, surgiu o caso do "Bando dos Três", acusados de traição e que culminou com a expulsão sumária dos militantes, sem possibilidades de defesa, por "andar de namoro com o PMDB" (Revista Visão – 8/2/1981 – pág. 17). Tirando a máscara de partido "independente", nos primeiros dias de maio de 2006 "Lula manifesta desejo de aliança com o PMDB" (Folha de Londrina, 2/5/2006 – pág. 4) e em junho do corrente ano, confirmando que o PT perdeu a vergonha, "Lula teve que agir no congresso do PT para não precipitar a ruptura com o PMDB" (Folha de Londrina 16/6/2015 – Cláudio Humberto). Os fatos mostram um PT sem rumo, que em um momento expulsa militantes por "namoro" e em outro momento "dorme de conchinha com PMDB". Será que o sr. Luiz Inácio pode explicar a transformação?

JAMES BUSSMANN (aposentado) - Londrina



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