OPINIÃO DO LEITOR
Crise se chama Dilma Rousseff
A situação de desgoverno foi criada pela presidente Dilma Rousseff e atingiu em cheio todas as camadas da população, causando um estrago avassalador e uma avalanche de pequenas e grandes tragédias. Desempregados, empresas estagnadas, crise imobiliária, muitas dívidas e a economia em desalinho. Enquanto isso, o governo permanece na gastança sem atentar para as prioridades da população. Os economistas independentes e sérios têm alertado, constantemente, a respeito das prioridades do País, sem contudo serem ouvidos. Nós conseguimos com grande dificuldade e depois de vários planos (remédios amargos) terminar com a inflação que corroía o tecido da sociedade. Agora, ela está voltando devagarinho, porém estimulada pela incompetência, incapacidade e falta de escrúpulos de governantes insensíveis que só pensam no voto e nas próximas eleições. Fala-se em novos impostos, sem fazer os cortes necessários no próprio orçamento do governo. Alguns governantes culpam a crise externa e a Operação Lava Jato para justificar o escárnio que exercem sobre a população não esclarecida. Não há crise externa, há sim muito dinheiro lá fora, porém, não é aplicado no Brasil. A crise econômica e política do Brasil pode, sim, ser resolvida, basta ter agentes competentes, sérios, honestos na cabeça da administração pública. A crise brasileira tem um nome: Dilma Rousseff.
Parabéns UEL!
É com grande alegria que parabenizo toda a comunidade universitária da UEL. Ser classificada como destaque entre as universidades estaduais em quinto lugar no Brasil e ser a primeira entre as universidades estaduais do Paraná é muito gratificante e motivo de orgulho para toda a comunidade que não mede esforço para servir bem à sociedade. Apesar do descrédito do governo do Estado, do sucateamento, da falta de investimento e por terem virado as costas para essa ilibada instituição, a UEL superou o descaso e mostrou principalmente para as autoridades que, acima da falta de valorização do Executivo estadual, está a competência, o respeito à sociedade, o desejo de servir bem através da força do trabalho honesto calcado e solidificado no carinho que todos os londrinenses têm por esta instituição.
Exame da Ordem
Sobre o artigo "O Exame de Ordem", do advogado Paulo A. M. Nolasco (Espaço Aberto, 17/9) concordo com o Exame para advogados recém-formados, no qual me incluo nesse contingente. Sou formado há 10 anos e nunca prestei o Exame. Por que esse tipo de exame é exigido somente para os cursos de Direito? Por que não exite para quem se forma em engenharia, arquitetura, medicina (mexe com a vida), agronomia, etc? "Câncer" como diz o autor no artigo é a OAB cobrar as taxas exorbitantes. Como membro da OAB, o advogado também deveria fazer uma análise mais criteriosa sobre o assunto.
Asfalto em ruas de cemitérios
O asfalto apenas nas três principais alamedas do Cemitério Jardim da Saudade é de grande importância para acessibilidade dos concessionários, visitantes e servidores e também agiliza os procedimentos de sepultamentos. Ressalto também que a retirada de resíduos, cerca de 4 toneladas/dia, é feita com veículos pesados o que justifica o asfalto. Sobre a drenagem nesse cemitério, que possui área de cerca de 5 alqueires, informo que a planilha orçamentária do projeto está sendo finalizada na Secretaria de Obras e na sequência iniciaremos tratativas de licitação para execução da obra. Somente após finalizar a drenagem será solicitado o asfalto dessas vias. Nas demais alamedas a intenção é de elaboração de projetos que contemplem pisos permeáveis e gramados para garantir o escoamento de águas pluviais. Postura que será seguida para projeto de praça e estacionamento.
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