Opinião Atualizado em 12/09/2015, 23:00
OPINIÃO DO LEITOR
Quem busca algo, busca para si apenas? Ou almeja ser/estar um pouco melhor (nesse mundo doente) com o objetivo final de influenciar positivamente pelo menos "seu mundo"? Conhecimento não necessariamente é o suficiente para fazer o bem, pois existem pessoas que estudam a Bíblia, são universitárias e que na prática não se articulam de maneira efetiva em prol das causas sociais. O que assusta é que a cada ano que passa, milhares de estudantes se formam e a situação da nossa sociedade continua igual, quiça pior, pois individualidade em busca de dinheiro, conforto e lazer, tem colaborado para que o senso humanitário quase desapareça, deixando as pessoas menos instruídas à mercê do Estado (falho). Outro fato interessante, e ao mesmo tempo de causar espanto, é que o IBGE aponta que cerca de 90% da população brasileira é cristã, ou seja, segue a religião de um homem que veio à terra com o objetivo principal de deixar dois mandamentos-chave para tudo: amar Deus acima de todas as coisas e amar ao próximo como a si mesmo. O que pode explicar a existência de tanta desigualdade na nossa "nação do amor"? Como é possível que, no seio da Igreja principalmente, haja tanta gente passando necessidades básicas, pessoas que inclusive frequentam a missa, entregam o dízimo todo mês, e não veem mudanças, pois as pessoas "não" se ajudam. Será falta de vontade? Falta de amor? Hipocrisia? Sinceramente, é muito difícil entender as incoerências da sociedade em transe.
BRUNO AMARAL DA SILVA (estudante de Jornalismo) Londrina
Chegamos a uma situação extrema. Prestemos atenção: filhos ridicularizando pais, alunos agredindo professores, homens da lei cometendo arbítrios diversos, governos em todos os níveis metendo a mão no tesouro da viúva, sem acanhamento e sem medo da lei dos homens ou da Justiça divina. Desse atoleiro não vamos sair sem sacrifícios. Primeiro a luta contra essa corja encastelada nos postos de governo. Depois a sabedoria para colocar um líder legítimo, firme e competente para conduzir, como Moisés, uma caminhada lenta e de aprendizado. Famílias educando, professores ensinando quem os respeite e queira aprender, servidores públicos com postos de trabalhos e atividades definidas e empenhados no serviço e governos confiáveis e transparentes. Uma travessia onde muitos Moisés não verão a terra prometida, porém deixarão o povo mais perto e mais confiante.
IZAIAS BITENCOURT MORAES (contador) Londrina
Os poderes político e governamental do Brasil estão dominados por bandos. Na Câmara, o bando do denunciado Eduardo Cunha, movido pelo toma lá da cá, aprova tudo o que ele quer, mesmo que isso seja prejudicial ao País. No Senado, o bando do Renan abriga parlamentares investigados e denunciados pelo Ministério Público, entre eles Collor, Lobão e o próprio Renan, que querem dar rumos convenientes ao Executivo às decisões do Legislativo, para tentar aliviar a pressão sobre as investigações de que são alvos. Um outro bando é o da oposição, onde PSDB e DEM votam tudo ao contrário daquilo que convictamente eram a favor quando na situação, só para sacanear. Tem também o bando do Lula: os pseudos sem terra, dirigentes sindicais e os subornados dirigentes da UNE. São manifestantes remunerados, vândalos e destruidores do patrimônio privado. Improdutivos e ociosos, vivem estrategicamente financiados pelos cofres públicos para garantir votos ao PT. Por fim, o bando "trapalhões do Planalto", da presidente Dilma, que diariamente promovem cenas e decisões patéticas na condução da Nação (exceção feita a Joaquim Levy). Esses bandoleiros se sabotam entre si, não convergem forças e não têm compromisso na solução dos graves problemas do Brasil. Enquanto se desdobra essa guerra suja entre eles, na tentativa desesperada de se livrarem da cadeia, o País afunda numa crise moral e econômica sem precedentes. São criminosos lesa-pátria que colocam em xeque a nossa democracia.
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) Londrina
A tecnologia está caminhando a uma velocidade vertiginosa em diversos setores de nosso dia a dia. Entretanto, precisamos saber usar as inovações que estão ao nosso dispor, senão, podemos até nos tornar uma pessoa robotizada. Aquele diálogo que deveria existir no meio familiar está cada vez mais difícil de acontecer, senão vejamos. Um casal com três filhos se senta à mesa para a refeição, cada um com seu celular à mão, trocando suas mensagens. O pai, com um olhar reprovador, solicitou a todos que guardassem seus aparelhos para fazerem a oração. Qual não foi a surpresa, quando o pai, aproveitando que os demais estavam de olhos fechados, mexeu no seu celular que se encontrava no colo, para dar uma olhadinha rápida. Cada um tire sua conclusão!
WILSON OLIVEIRA TRINDADE (bacharel em Direito) Londrina





