OPINIÃO DO LEITOR
O homem de Caetés
Durante oito anos Lula criou falsas expectativas para o povo brasileiro e parecia demonstrar que todas as mazelas financeiras haviam sumido, como por encanto. Inventou uma nova classe C, dando-lhe novos poderes fictícios como cartão de crédito, cheque especial, financiamento de automóvel em 72 meses. Tudo isso com o beneplácito das instituições financeiras que não tinham limites para cobrar taxas escorchantes dessa classe. Conseguiu meios para fazer o "Itaquerão" (estádio do time do seu coração). Empenhou-se ao máximo para trazer a Copa do Mundo ao nosso país com custos exageradamente altos e com obras faraônicas. Agora, num arroubo de falsa humildade, a presidente Dilma textualmente nos diz: "As dificuldades e desafios resultam de longo período que o governo entendeu que deveria gastar o que fosse preciso para garantir o emprego e a renda do trabalhador. Agora temos eu reavaliar estas estratégias". Não é preciso ser PhD em economia para ter percebido isto há mais tempo. Eles vivem em outra realidade Há algo de podre no reino da Dinamarca.
Brasil modelo BB+ já vem rebaixado de fábrica
Com o rebaixamento da nota de crédito de BBB- para BB+, perdemos a vaga de bons pagadores. A verdade é que a economia já estava com a corda no pescoço. Uma humilhação para nós, brasileiros, quando sabemos que os nossos vizinhos Chile ,Peru, Paraguai e Colômbia - conduzem as suas economias com eficiência. Equilíbrio fiscal se faz com cortes nas despesas: muitos ministérios e muitos salários fora da realidade do nosso país, muitos jatinhos passeando com dondocas, doações a terceiros, nossos ilustres parlamentares com suas polpudas remunerações. Aí, acabaria a necessidade de aumentar impostos e sem precisar maquiar balanço para iludir. É a história do rei nu e ridículo.
Reforma agrária no Paraná?
Certas coisas só acontecem no Brasil. Apesar das seguidas ordens de reintegração de posse emitidas, o MST desdenha da Justiça permanecendo e destruindo fazendas invadidas. Ao invés de ser punido por seus crimes, é adulado por uma esquerda de "butique" e por políticos covardes, reféns do politicamente correto. Comprar terras no Paraná para assentá-los, como querem fazer, é um incentivo a novas invasões. As terras aqui são caríssimas, porque mesmo possuindo apenas 2,3% do território nacional, produzimos mais de 20% dos grãos do país, portanto, somos o Estado mais produtivo do Brasil. Fazer reforma agrária no Paraná é como desapropriar prédios no centro das cidades para construir casas populares. Não é proibido, mas não é nada inteligente. Nosso país possui a última grande fronteira agrícola do mundo, que ainda precisa ser colonizada e para lá é que deveriam seguir os verdadeiros produtores rurais interessados em trabalhar. Como diz um ditado lá do campo, se o boi quiser beber água limpa, tem que subir o rio.
Financiamento da depravação
No 2º seminário internacional "Desfazendo gênero", realizado entre o dia 4 a 6 de setembro na Universidade Federal da Bahia, reuniu professores, militantes, alunos e a lamentável presença da feminista Judith Butler, que se revelou explicitamente desprezível organizando oficinas de "pornoterrorismo". O nome já expõe o calamitoso. Durante o evento muitos participantes ficaram nus, fumaram maconha, além de discutirem temas como o aborto, feminismo e a questão de gênero nas escolas, referência que foi retirada do Plano Nacional de Educação e na maioria dos planos municipais. É plangente e deplorável vermos nossas universidades, sustentadas com nosso dinheiro, sendo palco de abominações como essa! Além disso, esse seminário teve apoio do governo federal, ministério e Secretaria da Educação e vários outros órgãos públicos! Isso é incentivo à educação? O Brasil em uma grave crise e o governo patrocinando depravações! É o fim!
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