Desfile da Independência
Assisti ontem ao desfile de 7 de setembro, em comemoração à "Independência" do Brasil, que há anos não assistia. A convite de minha esposa, fui e confesso que foi um dos melhores dos últimos tempos. Houve momentos emocionantes e interessantes e, com certeza, foi compensador. Parabéns a todos os inseridos nessa festa. Um amigo me interpelou: "O que fazes aqui?". Ao que respondi: "Vim por um dever civil e patriota, pois diante da conjuntura socioeconômica e política que nosso país passa, diante da incompetência governamental e de tanta corrupção, comemorar o quê? Independência? Onde? No Brasil?". Coincidentemente, estava na Avenida Leste Oeste esquina com a Rua Amazonas em frente a uma estrutura de ferro, abandonada e, pior, sendo corroída pela ferrugem. O Brasil está parecido com a tal estrutura que tem suportado o tempo, a chuva, o vento, mas até quando? O Brasil também é forte como o ferro, seu povo é valente, forte e corajoso e tudo pode ser superado, mas até quando? Até quando vamos suportar as "intempéries" dos nossos governantes, que acham que o culpado é o povo, pois tudo estoura nas nossas costas. Ainda acredito que vamos sair dessa situação quase que caótica, que esse momento vai passar e virá nossa sonhada Independência.

JOÃO MARTINS DE SOUZA (servidor público) – Londrina



Brasil na escravidão fiscal
O povo brasileiro está vivendo uma escravidão fiscal bem pior que na época da monarquia ou mesmo da ditadura. Hoje estamos vivendo uma pseudodemocracia onde o brasileiro trabalha somente para pagar imposto. O que não dá para fazer neste país é deixar de pagar impostos para esses políticos corruptos. Quando falta dinheiro para a roubalheira ou para tampar buraco das negociatas, eles inventam impostos ou tentar ressuscitar a CPMF com intuito de somente arrecadar mais recursos. Esse filme nós já vimos e não gostamos, pois a saúde continua pior do que estava antes mesmo desse imposto (CPMF) ser criado. Precisamos nos organizar com vontade e reivindicar o que de fato queremos para este país e não deixar esses políticos corruptos empurrarem goela abaixo os interesses pessoais deles.

AMAURI GARRIDO (representante comercial) – Londrina



Dilma e a corrupção
Segundo pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, realizada em 154 municípios do Brasil, mais de 15% dos entrevistados afirmaram que Lula e Dilma nunca souberam dos casos de corrupção. Se levarmos em consideração que o país têm quase 203 milhões de habitantes, chegamos à conclusão óbvia que mais de 34 milhões de pessoas são extremamente tolas ou mentirosas. Só não sei especificar o percentual de cada categoria.

LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) – Cambé



Pichação e a polícia
Li no caderno Folha Cidades (4/9) que a UPA da zona oeste foi alvo de pichadores. Tenho uma opinião clara sobre isto e vou partilhá-la. Ela vai de encontro a opinião de Juliano Morcelli, entrevistado na reportagem. Enquanto houver pessoas acreditando que o problema é os pichadores não ficarem presos, haverá policiais que não irão investigar nem deter pela mesma crença. Os pichadores praticamente assinam quando cometem crime, duvido que seja necessário uma investigação complexa para se achar o pichador. Se a Justiça soltar, quando o meliante cometer crime a polícia deve prender de novo e de novo. Foi prédio público, então, haverá quem irá alegar que é competência da Guarda Municipal. E os milhares de imóveis particulares pichados, de quem é a responsabilidade? Polícia, a responsabilidade é sua, resolva! Pare de se fingir de morta e ajude a cidade a ter uma aparência cada vez melhor.

ILDO YUKIO MARUBAYASHI (agricultor) – Londrina



Aviso
* Devido ao feriado de ontem, o conteúdo de Economia&Negócios está sendo publicado no Primeiro Caderno.

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