OPINIÃO DO LEITOR
Sinalização viária
Londrina não tem uma gestão eficiente de trânsito. Ippul e CMTU se mostram incompetentes em gerir o trânsito até nas coisas mais básicas. Prova disso é o estado precário em que se encontra a sinalização viária, principalmente a horizontal. Claro que essa precariedade não se aplica no centro e arredores. Como é de praxe nessa administração, os bairros seguem abandonados pela gestão técnica. O Jardim Bandeirantes, por exemplo, está com a sinalização apagada há mais de 1 ano e os acidentes já começaram a acontecer nos cruzamentos. As placas estão velhas e sem cor. Além do mais, a tinta usada para a sinalização horizontal é da pior qualidade, visto que as poucas ruas sinalizadas há pouco tempo já estão quase apagadas. A lógica não seria usar uma tinta de melhor qualidade para que o serviço dure mais, já que a desculpa de sempre é o pouco efetivo? Contatos frequentes com a diretoria da CMTU, através do presidente José Carlos Bruno de Oliveira e o diretor de trânsito Hemerson Pacheco, são inúteis. Talvez, até prefiram que a população reclame pela imprensa para ficarem em evidência sempre.
MST e o Estado Islâmico
O MST é o estado islâmico brasileiro. No mesmo estilo dos malucos de lá, que destroem tudo o que lhes confronta a fé, os daqui vandalizam o que representa pesquisa, produtividade, progresso. Recentemente, invadiram um centro de pesquisas da USP em Londrina e agora a Fundação ABC, em Castro. Em sua saga contra o agronegócio, já passaram com tratores sobre laranjais, destruíram viveiros florestais, dizimaram reservas legais e até conseguiram transformar a fazenda Itamarati (MS), maior produtora de soja do país em área improdutiva. No Paraná, entre outros, invadiram cooperativas, centros de excelência como o Iapar, Embrapa, Klabin, Syngenta, Monsanto, Cianamid, Cacique, Eternit, Mate Leão, Manasa, Olvepar, reflorestadoras Araupel, Madeirit, Giacometti, Trombini, De Pauli, Bettega, Fiat Lux, J. Malucelli, etc. O exemplo mais explícito da nulidade total desse anacrônico movimento é a fazenda Mitacoré, que enquanto pertencia ao Bamerindus era pesquisadora de tecnologia de ponta e extensão universitária. Hoje, nas mãos do MST, virou praticamente uma favela rural e centro de formação de invasores.
O Brasil que queremos
Brasil, não queremos ver um país no vermelho. Vamos diminuir o número de partidos e políticos. Para termos um Brasil com melhor nível econômico e tirar a saúde, educação e segurança da UTI, devemos diminuir o número de assessores políticos e acabar com as mordomias. Não podemos pagar mais impostos porque pagamos demais. Precisamos de políticos conscientes para termos um Brasil sem miséria.
Pacto pela governabilidade?
Diversas lideranças dos setores produtivos se dizem abertos ao diálogo com o governo. Atitude nobre, porém prematura. Infelizmente, o PT e seus satélites continuam preferindo um monólogo. Não será possível qualquer pacto pela governabilidade enquanto a esquerda não fizer uma autocrítica reconhecendo o equívoco do discurso de ódio contra os setores produtivos, o livre mercado, a família, a classe média e pedir desculpas. Seriam eles humildes para tanto? Não será possível estabelecer qualquer agenda positiva enquanto o governo não admitir que o modelo macroeconômico estatista está esgotado e que a solução está na direção do livre mercado. Seriam eles sábios para tanto? Mesmo supondo que sim, ainda restará um obstáculo que dificilmente será transposto ou esquecido: a mácula moral e ética representada pela institucionalização da corrupção como instrumento de perpetuação no poder!
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