História de Londrina
Entra ano e sai ano e os problemas continuam sempre os mesmos. É triste ver o descaso das locomotivas (Maria Fumaça) tanto a do museu quanto a que está no no PAM, esta última toda danificada, pichada e mal cuidada. Quando aparece alguém com sensibilidade o suficiente para proteger, cuidar e preservar, surge a turminha do contra que não faz nada para somar. O Bosque dá ânsia de vômito quando temos que passar por perto; as pichações em mil e um lugares da cidade viraram moda e nada é feito para pegar esses vândalos; barulho em bares, boates e até prostíbulos no centro rolam sem nenhuma fiscalização madrugada adentro de quinta a domingo; carros estacionados em cima da faixa de ciclismo ou piso tátil é comum todo dia; gente folgada estacionando na vaga para idosos ou deficientes; a CMTU já deveria ter sido extinta há muitos anos. Não culpo o atual prefeito por esses e outros problemas, até mesmo por estar tentando organizar a casa com problemas muito mais graves, culpo sim uma parte da própria população sem educação. Finalmente, o governo estadual a cada dia que passa deixa um rastro sujo marcando seu futuro território na política londrinense que, com certeza, será muito bem lembrado nas próximas eleições.

NATHANAEL DA SILVA (projetista) – Londrina



Tubarão rumo à série B
O Tubarão, durante toda a Série C, nunca saiu do G4. Ao longo do campeonato vem tendo mais altos do que baixos. Com a vitória sobre o Brasil, de Pelotas, assumiu a vice-liderança do grupo B com o mesmo número de pontos (27) do líder Tupi (saldo de gols). Essa bela campanha deve-se ao comando exercido pelo técnico Tencati, o qual tem tido muito mais acertos do que erros, aos jogadores e, em especial, ao empresário Sérgio Malucelli que, em momentos decisivos, tomou providências importantes, multou o elenco e afastou jogadores que falharam em momentos decisivos. Malucelli e Tencati, com as rédeas nas mãos, os jogadores dando sequência na determinação e vontade de jogar, a imprensa dando continuidade na cobertura do time e a torcida incentivando com o coração, pulmão e mãos , no próximo ano estaremos disputando a Série B. Avante Tubarão!

ADONIRO PRIETO MATHIAS (empresário) – Londrina



Hospital abandonado
Muito melhor seria a Justiça determinar a demolição do antigo Hospital Londrina, de Cambé, conforme mostrou a matéria "Abandono de hospital desativado gera transtornos em Cambé" (Cidades, 28/8). Dias desses ouvi algumas pessoas falando que o local mais se parece com um chiqueiro e as repreendide imediato e com veemência, pois achei uma imperdoável ofensa à espécie suína.

LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé



Redução de salário de vereadores
Acho muito salutar para a democracia haver debates abertos sobre redução dos salários dos vereadores de Curitiba. Nossa capital já foi exemplo de tantas coisas positivas em questão de urbanismo, meio ambiente e cultura, por que não ser exemplo ao resto das capitais em transparência pública e moralidade na questão dos altos salários dos vereadores? Por que a maioria dos vereadores, inclusive os petistas (Jhonny Stica e Professora Josete) são contra reduções de salário? Será que dependem exclusivamente desses salários para sobreviver? O correto não é ter a política como profissão e sim estar político. Se queremos mudar nosso país, temos que começar fazer o dever de casa, cobrar, exigir dos nobres vereadores uma produtividade mínima em defesa de questões sociais para o povo e a cidade. Ser político é muito mais que ter status e ser privilegiado com alto salário, mordomias e vantagens infinitas, é sim ser portador do espírito cívico. E quem, de fato, tem essa qualidade, certamente, se interessaria em ser político, mesmo não recebendo salário algum.

CÉLIO BORBA (aposentado) – Curitiba



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