Opinião Atualizado em 15/08/2015, 23:00
OPINIÃO DO LEITOR
Hoje teremos mais uma vez a oportunidade de mostrar, não para a presidente Dilma, que não pode fazer mais nada (senão já teria feito), mas para os deputados federais que nós, seus eleitores, pedimos providências quanto a quem está governando o País. Sabemos que o jogo da democracia no estágio em que está - é assim mesmo, interesses particulares e corporativos acima do coletivo. Mas, dependendo da força do coletivo, eles (os políticos) se dobram, pois em última análise dependem dos votos do povão. Assim, na paz, respeitando opiniões, vamos para as ruas neste domingo pedir providências urgentes, não para satisfação de nosso ego como insinua o governo quando fala em golpismo e terceiro turno -, mas para o bem do Brasil.
JOSÉ ROBERTO BRUNASSI (advogado) Londrina
O cenário político brasileiro está confuso. O parlamento não se propõe à discussão ideológica, comportamento essencial ao processo democrático, mas à politicagem desnecessária. Fazer política num contexto responsável e democrático faz bem à nação. A crítica, quando construtiva, é aliada do progresso. Evidente também que centenas de corruptos estão na cadeia e seus bens, fruto do roubo, estão sendo confiscados. O fato é inédito na história brasileira. Sempre existiu corrupção e pouquíssimos corruptos foram condenados. Não é justo que alguns políticos, que já se corromperam no passado, venham incendiar a população desestabilizando a governabilidade. É necessário que os políticos do bem, ainda que ferindo suas ideologias, se organizem num processo democrático para minimizar a crise que se abate sobre o País. O descontentamento da população não é só em relação ao poder central, mas também contra a grande carga tributária que atinge com violência a mesa do trabalhador; vem dos governos estaduais, como o tarifaço do Paraná. É bom que políticos da oposição façam suas críticas, todavia a governabilidade está acima de interesses pessoais e da politicagem. Busquemos todos uma política saudável e com responsabilidade, sem deixar a oposição acrítica. Assim alcançaremos a consolidação de nossas riquezas econômicas e da nossa cidadania.
NELSON ARAÚJO DE OLIVEIRA (professor aposentado) Londrina
O Supremo Tribunal Federal (STF) adiou para a próxima quarta-feira (19/8) o julgamento da descriminalização do uso da maconha. Caso legalize o uso, estudos comprovam que motoristas ao dirigirem sob os efeitos da maconha têm a sua performance cognitiva e psicomotora alterada. O motorista também tem prejuízos da coordenação, das funções visuais e do tempo de reação, consequentemente, reduzindo a capacidade para dirigir com segurança. Serão efetivas as fiscalizações? No Brasil é assim: aprova-se lei e inaugura-se problema.
JHONY APARECIDO SANTIAGO (servidor público) - Londrina
O reducionismo e a superficialidade com que são tratadas quase todas as matérias no Brasil são assustadores. As propostas de solução dos problemas e desafios públicos são debatidas com infantilidade, decididas em marolas de populismo, modismo, criando falsas ilusões e expectativas, não diferenciando muito de políticos populistas que prometem sabendo da impossibilidade do cumprimento das promessas a médio/longo prazos, criando e revogando leis ao bel-prazer das ondulações, destruindo pilares de debate e sabedoria construídos em séculos e sob o manto da análise histórico evolutiva, que se destroem através de leis feitas no afogadilho das pressões passageiras e inconsequentes.
LUCIANO TEIXEIRA ODEBRECHT (advogado) Londrina
Será que a Sanepar, que trata o esgoto de Londrina, não poderia aproveitar o gás emitido por esse mesmo esgoto, que é matéria-prima farta, para vender às empresas da região substituindo assim a energia elétrica? Seria bom para a Sanepar, que reaproveitaria algo que polui, seria ótimo para as empresas, que economizariam com eletricidade, baixariam seus custos e manteriam seus funcionários, e também seria bom para a prefeitura, que teria as empresas mantendo pagamentos de impostos e melhorando a qualidade de vida da cidade, além da melhoria do meio ambiente. A Sanepar tem tecnologia para isso e isso é viável e proveitoso para todos.
DAILTON MARTINS (comerciante) Londrina
Sugiro que nossos "incansáveis" vereadores aproveitem a oportunidade das audiências públicas com a Sanepar para acabar de vez com esse roubo descarado de cobrar por água não consumida. E ainda que fique acordado que o consumidor londrinense só irá pagar pela água efetivamente consumida na forma como preceitua o Código de Defesa do Consumidor.
EDMILSON ASSIS DOS REIS (autônomo) Londrina





