Agosto fatídico e providencial
A cada bilhão somado ao montante roubado dos cofres públicos recrudesce o inconformismo e revolta com os bandidos que estão saqueando o Brasil. As cifras são descomunais. Só nas investigações das Operações Lava Jato e Zelotes estima-se mais de R$ 30 bilhões desviados. E ainda faltam o BNDES e a Eletrobras para serem fiscalizados. Como pode um partido se apoderar de uma nação e destruí-la para satisfazer a ganância dos seus partidários e aliados sedentos pelo dinheiro público? Em 12 anos de governo ficaram milionários, deixando para trás o povo morrendo em macas nos corredores dos hospitais, exemplo simbólico dos inúmeros crimes que praticam governando o País. São criminosos, sim. Mas vem aí o mês que é pródigo em registrar acontecimentos importantes que mudaram o rumo da nossa história política. Foi em agosto que Getúlio se suicidou (1954), que Jânio renunciou (1961), que Juscelino morreu (1976) e que multidões foram às ruas e iniciaram o movimento para pedir a saída de Collor (1992). A situação político-institucional está ficando insustentável. Renan Calheiros e Eduardo Cunha se apossaram do Congresso Nacional e usam-no para os seus caprichos pessoais e como escudo para fugirem da polícia. E o povo? Ora, o povo que se exploda, segundo a vontade deles. Que o próximo agosto confirme a sua tradição e marque uma nova época para a nossa história.

LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) – Londrina



Não há luz no fim do túnel
Inflação beirando os dois dígitos, PIB em queda vertiginosa, cortes diários no orçamento da saúde, educação e em outras pastas, desemprego crescendo a todo vapor, assim como a corrupção, índice de reprovação do governo chegando a quase 70% da população e a presidente Dilma ainda teimando em ficar no cargo. Chamá-la de um zero à esquerda é atribuir-lhe excesso de lisonjaria e um vultoso elogio. Passou do momento, dona Dilma, da senhora tirar o cavalo da chuva, renunciando e convocando novas eleições, amenizando, dessa forma, o sofrimento do povo em geral e, especialmente, o remorso daqueles que a elegeram, que não é o meu caso.

LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) – Cambé



Mentiras
Estava assistindo aos jogos do Pan quando, no intervalo, fui agraciado com mais mentiras da militante vermelha. A inserção nos falava que o governo estava firme no encalço de colocar o Brasil na rota do crescimento,com investimentos na ordem de R$ 220 bilhões para logística, etc. Será que esse governo acha que todo o brasileiro é ignorante? Se pensa assim, está redondamente enganado. Se existem culpados pela situação de caos que a nação se encontra, com certeza, não é nossa culpa e sim da falta de inteligência e capacidade de gerir da cambada de corruptos que tomou minha pátria, açoitando-a sem dó nem piedade e que se dane o povo. O superavit primário que era de R$ 86 bilhões baixou para R$ 6,6 bilhões, significando mais prejuízo ao povo. Por que não se fala em demitir os 180 mil apaniguados petistas que se encontram empregados(sem trabalhar) em Brasília e também às favas a bolsa miséria, a bolsa cadeia, etc? Estou no meu limite de tolerância, não sei mais o que é sair com a família em segurança, estar em casa com tranquilidade, ir ao banco, supermercados ou simplesmente andar nas ruas. Corremos risco de morte, pois somos constantemente ameaçados por marginais menores que pululam pelas cidades protegidos pelo manto da tolerância das leis mornas que os colocam nas ruas horas após serem pegos.

PAULINANDO ANTONIO BOVO (vendedor) - Arapongas



Indignação
Acho que o esporte é uma ação que promove bem-estar, saúde e entretenimento entre as pessoas. Infelizmente, no futebol isso não está acontecendo faz muito tempo. É lamentável nós, da Região Metropolitana de Londrina (RML), também passarmos por isso. Domingo, em Florestópolis, houve jogo contra Centenário do Sul, que venceu por 2 a 1. Lamentavelmente, após o jogo um grupo de torcedores de Florestópolis perdeu a paciência e apedrejou o ônibus de Centenário, inclusive com feridos, vidros quebrados e outras perdas. Devemos rever esses conceitos.

NILTON SÁVIO SARTORI (autônomo) - Centenário do Sul



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