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É lamentável ver o pessoal do Gaeco trabalhar com tanta intensidade contra a bandidagem que se instalou na Receita Estadual e ver lá na outra ponta juízes federais dando habeas corpus para a grande maioria. Não é preciso ser agente do Gaeco ou procurador do Estado para ver que esses corruptos surrupiaram os cofres do Estado deixando de aplicar a lei a empresários mal intencionados. Basta ver os bens deles e seus "laranjas". Bens que jamais conseguiriam trabalhando honestamente (mansões, fazendas, carros importados, etc.). Alguns se deram ao luxo de pagar até R$ 2,5 mil para agenciar menores para programas sexuais. O que mais me deixou atônito foi quando da soltura de um deles. Passava pela rua onde o sujeito mora e notei que sua mansão estava tomada de carros. Perguntei a um segurança o motivo de tanta euforia, e ele disse que havia um churrasco para comemorar a soltura do "nobre morador". Lembrei dos traficantes de morro do Rio de Janeiro que, ao receber de volta da prisão um de seus membros, também fazem churrasco, soltam fogos e dão tiros para o alto. Só faltou aos convidados do fiscal, os tiros da famosa metralhadora! É o fim dos tempos!

LUIZ FURTADO (vendedor) – Londrina



Quem perde é a população de Londrina
Acompanhei sempre atentamente o trabalho do pastor Gerson Araújo e não me resta dúvida de que foi um dos melhores vereadores que a cidade já teve. Quando foi chamado pelo seu dever, não hesitou e se sacrificou pelo município de Londrina assumindo a prefeitura para fazer a transição de uma gestão que deixou a cidade completamente desacreditada pela cassação do prefeito e a renúncia do vice. Preencher a vaga do pastor Gerson na Câmara não é uma tarefa fácil, provavelmente não será substituído à altura. Quem perde nesse caso é a população de Londrina. Disso tudo restou a dívida impagável que Londrina tem com ele. Espero que o pastor sinta o apoio e carinho imensurável que os londrinenses têm por ele.

HALMUTH F. GOBA BRANDTNER (engenheiro civil) - Londrina



Duplicação da PR-445
É verdade que trata-se de uma empreitada de "titãs", mas plausível e consentânea com a importância da região. E é exequível por conta de instrumentos que a legislação nacional propicia para esse tipo de empreendimento. A Lei 11.107/05 e o decreto 6.017/07 contêm disposições acerca da figura denominada de "contrato de programa". Esta figura é o instrumento pelo qual devem ser constituídas e reguladas as obrigações entre um ente da federação, inclusive de sua administração indireta, para com outro ente da federação ou consórcio público, no âmbito da prestação de serviços públicos por meio de cooperação federativa. O caminho para formalizar de forma eficaz a prestação de serviços está no "contrato de programa". Porém, tudo tem que ser alinhado devidamente de modo a que se torne atrativo para a iniciativa privada que deverá ser a operadora do sistema. Sem regras claras e sinceridade no trato, certamente, não teremos interessados em aportar capital de tal monta, tendo uma prefeitura na outra ponta da relação contratual. Nossa região, pela condição geográfica, longe de portos e da capital, não desperta interesse em investidores sem que sejam incentivados. Resulta disso que estamos aqui ligados por pista simples ao estado de São Paulo e a Curitiba até hoje. O Estado não tem como prioridade nossa região. Daí, que cabe a nós a empreita. Para tornarmos Londrina uma Córdoba (Argentina) ou uma Chicago (EUA), muito de mobilização e demonstrações claras de interesse na causa terão que surgir de todos. Mãos à obra.

PAULO AFONSO MAGALHÃES NOLASCO (advogado) – Londrina



Renovação dos contratos de pedágio
Os leitores Marcos R. Gomes e Antônio B. A. Camargo (Opinião, 4/7) estão cobertos de razão. Só não acredito que abrir a caixa preta das concessionárias do pedágio dê algum resultado. Esperemos o final do contrato (que está próximo) e impeçamos a participação das atuais concessionárias em eventual nova licitação. Eu não renovaria um contrato de serviço com quem me explorou. Tenho certeza que essa é a opinião da maioria dos paranaenses. Tenho certeza que o sr. Jaime Lerner pensa como eu. Afinal, depois de dar a concessão nunca mais se candidatou e até se mudou de Estado.

ILDO YUKIO MARUBAYASHI (agricultor) – Londrina



■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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