Um ano depois...
Hoje faz um ano que a seleção brasileira de futebol foi impiedosamente goleada por 7 a 1 pela Alemanha. Esse placar só não foi mais elástico porque o adversário tirou o pé do acelerador, em função da disputa da final da Copa de 2014 com a Argentina. Infelizmente, a seleção nesses 12 meses continua a mesma, para não dizer ainda muito pior. Os resultados na Copa América demonstraram que efetivamente a seleção possui somente um craque, que não possui controle emocional e experiência para ser capitão da equipe. Em função dos problemas particulares que estava vivendo, de desvios de dinheiro na sua transferência para o Barcelona, Neymar não se controlou e foi expulso, prejudicando diretamente a nossa seleção. Importante ressaltar, que uma só andorinha (Neymar) não faz verão. A nossa seleção perdeu para o Paraguai que, na sequência, perdeu para a Argentina por 6 a 1. E a Argentina perdeu na final para o Chile. Pobre futebol brasileiro.

ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) – Londrina



Bom senso x insensibilidade
Na última segunda-feira, presenciei o que considero o mais absurdo caso de insensibilidade, falta de bom senso, zelo excessivo e desrespeito ao cliente e aos direitos dos idosos numa agência da Caixa Econômica Federal. Minha mãe, que tem problemas de saúde e é idosa, teve de comparecer a uma agência para fazer a chamada "prova de vida". Isso só podia ser feito no caixa da agência, por isso aguardou na fila pelo atendimento prioritário. No caixa cumpriu as formalidades e queria aproveitar para sacar o valor do benefício. Para o que considero um absurdo, foi orientada a dirigir-se a um dos caixas eletrônicos da agência, onde não há atendimento prioritário, porque os caixas não são autorizados a pagar saques inferiores a R$ 1,5 mil. Como foi segunda-feira e começo de mês, havia fila no caixa eletrônico e ela foi forçada a esperar em uma outra fila para fazer o saque. Com certeza, o atendente seguiu ao pé da letra a norma e as ordens recebidas, mas quem seria tão absurdamente insensível e desumano a ponto de ditar uma norma que engessa o bom senso em tais situações?

MÁRCIA CRISTINA RIGUETO BAÇAN (dona de casa) – Londrina



Vamos melhorar a Câmara
O vereador Marcos Belinati apresentou e conseguiu aprovação dos demais colegas de plenário de uma lei que obriga os estabelecimentos comerciais que vendem comida a colocarem cartazes informando os clientes que consumir alimentos vencidos faz mal à saúde. Fiquei por horas imaginando por que alguém que não lê a data de vencimento dos produtos iria ler justamente o cartaz exigido por essa lei e não encontrei resposta. Vereador, sempre apreciei sua conduta como delegado, mas nessa nova função calcule quanto o senhor custa aos munícipes e quanto é o custo total dessa Casa para perder tempo e dinheiro com um assunto tão esdrúxulo. Precisamos de legisladores melhores com visão e objetivos muito mais sérios para conseguimos fazer nosso país voltar aos trilhos do sucesso. Cobre que os órgãos competentes punam os comerciantes que têm essa prática como hábito.

PAULO MAURICIO ACQUAROLE (aposentado) – Londrina



Se cuida, Zé Dirceu!
O ex-ministro e mensaleiro José Dirceu teve o seu habeas corpus preventivo negado pela Justiça, visto estar enrolado também na roubalheira da Petrobras. Acho bom ele ir preparando a sacola com roupas, principalmente camisetas brancas com listras horizontais em preto, além de outros objetos de uso pessoal, pois o juiz Sérgio Moro tem a mão pesada e não faz distinção entre "cumpanheros" e "não cumpanheros", ao contrário de alguns ministros do STF nomeados por Lula e Dilma, que nada mais atuam como legítimos cães de guarda da máfia instalada nesses 12 anos do (des)governo petista.

LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) – Cambé



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