Sinalização da Avenida Ayrton Senna
A mudança de sinalização da Avenida Ayrton Senna deixou o trânsito uma bagunça. Mudar o estacionamento de transversal para paralelo também foi ruim: caberiam muito mais carros no sentido da largura do que do comprimento. Os carros que tentam estacionar prejudicam o fluxo de veículos na via. A faixa de ciclismo atrapalhou mais ainda o trânsito e, para piorar, o pedestre tem que se arriscar saindo do ponto e cruzando a pista de ciclismo e de estacionamento de veículos para ter acesso à circular. Os ônibus estão sem suas faixas delimitadas e têm que parar na via, bem no fluxo de carros, gerando transtornos e riscos desnecessários de batidas traseiras. Como pode pintarem as faixas e esquecerem que grande parte da leva de trabalhadores da Gleba Palhano usa coletivo? É um absurdo o modo como foi feita a alteração de toda a via. O que o Ippul fez foi privilegiar o direito de poucos (ciclistas de final de semana do entorno do Lago Igapó) em detrimento do conforto de muitos (quem trabalha ou mora na Gleba). Espero que repensem essa demarcação, pois só gerou transtorno e reclamação.
KARINA DUBUC (empresária) – Londrina

Mente provinciana
É por causa de certos prefeitos que Londrina se encontra em péssimas condições. A cidade não tem atrativo turístico, cultural e tantos outros, pois num passado não muito distante tivemos prefeitos com a mente provinciana. A cidade foi crescendo e não construíram ruas planejadas (largas), mas eles sabiam e diziam que Londrina não foi uma cidade planejada, e até hoje continua sem ser planejada. Existe meia dúzia de pessoas que se acha dona da cidade e não a deixou crescer como deveria, com túneis, viadutos, pontes, etc. E o contribuinte fica agora mais de 20 minutos parado em certos cruzamentos ou em rotatórias com sinaleiro, bem na hora do rush! E foi também o mesmo pensamento que afastou as indústrias daqui. Fizeram ao contrário, trouxeram primeiro os moradores ao construir milhares de casas populares e não deram infraestrutura para essas pessoas que vieram para cá. Hoje Londrina tem um bolsão de pobreza muito grande em relação a outras cidades.
AMAURI GARRIDO (representante comercial) – Londrina

Rejeição ao PT
O leitor Ruy Carneiro Giraldes Neto (Opinião, 20/6) insiste no leviano sofisma dos petistas de que a rejeição ao PT é por repúdio aos pobres, nordestinos e analfabetos. Não creio que isso seja o pensamento generalizado dos que não votam no partido. A crescente repulsa se dá em função da quadrilha que o partido montou para assaltar os cofres públicos. De pretenso paladino da moralidade, hoje escandaliza a nação com o maior esquema de corrupção da nossa história. O leitor é incoerente quando afirma que é contra a corrupção e desmandos da atual administração federal e, em seguida, confirma que votou no PT e não está arrependido. Continuar elegendo essa gente é avalizar a bandalheira e concordar com a desonestidade que ela protagoniza. Se o leitor acha que ética é coisa desprezível e deve-se aceitar coisas ilícitas, não pode pretender impor esse seu modo de pensar para as pessoas que vivem honestamente. Seria uma grande injustiça com aqueles que começaram a vida por baixo e venceram com muita luta, vontade de trabalhar e correção. Não podemos negar a melhoria social da população (embora isso tem muito a ver com o Plano Real), mas o preço que o PT está cobrando por isso é altíssimo: além da roubalheira generalizada, o partido inaugurou a corrupção no patamar do bilhão (antes roubava-se na casa do milhão), transformou afilhados ineptos em novos milionários e conduziu o País para uma derrocada econômica gravíssima.
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) - Londrina

‘Rouba, mas faz’
O comentário do leitor Rui C.G. Neto lembrou-me uma das máximas de Paulo Maluf: "Rouba mas faz!". Então, pode se justificar desvios, corrupção desde que um pouco vá para o povo? Quem trabalha para o governo e no governo deve sempre lembrar que seu patrão é o povo!
SUZANA FAYET DE OLIVEIRA (comerciante) – Londrina

Esclarecimento
Alexandre Marcelino, entrevistado ontem na matéria "Reajuste da energia faz fábrica fechar as portas" (Economia&Negócios, 24/6), procurou a Redação para sustentar que a indústria Steiner e Dorta, de Rolândia, não fechou em definitivo e que "irá retomar suas atividades normais".

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