Acabou a greve
Voltamos! Acabou a greve! Mas a nossa luta acabou? Não! Ela continua, sempre e sempre. Sabemos que em um governo como o nosso, temos que ficar sempre de olho, sempre alertas. Ficamos afastados das salas de aula, mas demos aulas de cidadania, ensinando os jovens que devemos lutar por nossos direitos. E o mais importante: temos que estar atentos ao que nossos representantes na Assembleia Legislativa fazem, se estão cumprindo o que prometeram em época de eleições e decidir se merecem ou não o nosso voto em uma próxima eleição. Na maioria das vezes, esquecemos em quem votamos para deputado e/ou senador e, consequentemente, não podemos cobrar! Voltamos da greve não totalmente vitoriosos, mas de cabeça erguida! Valeu a pena lutar!

NEILA MARTELLI TOLEDO DE CAMPOS (professora) - Bandeirantes



‘Migalhas ao povo circense’
Com relação ao comentário do leitor Ildo Yukio Marubayashi (Opinião, 13/6), concordo se o título de sua carta fosse "Migalhas ao povo circense". Seria uma reflexão para uma ação efetiva do povo. Dependo sim do pão (salário) para uma sobrevivência digna e investir em aperfeiçoamento contínuo. Amo o que faço, mas não trabalho por amor, sim por necessidade. Somos profissionais como outros diferentes profissionais. O que nos degrada são os que não valorizam a função dos professores na formação de uma sociedade mais justa. Se todos os pais se organizassem ou se aliassem na luta contra maus políticos, não haveria greve para reivindicar direito e os professores não deixariam a sala de aula. Infelizmente, políticos só respeitam o título de eleitor para depois legislarem em causa própria, sobrecarregam-nos com os impostos mais altos do mundo e os resultados, estampados pela imprensa, estão recheados de escândalos, desvios, corrupções e nós pagamos essa festa. Ao menos fazemos a diferença, estamos fazendo a nossa parte.

MARIA DO ROCIO FAGUNDES RAMOS (professora) – Siqueira Campos



Reforma política
Que miséria política em nosso país. Uns batem, outros utilizam a máquina pública com se fossem deles, outros não sabem se o erário está na conta bancária deles ou do poder público, outros querem se autopromover e ainda outros alegam não saber de nada. Enfim, até quando nós (eleitores) continuaremos acreditando nesse modelo político? A Reforma Política sempre esteve em nossas mãos, só depende de nós para mudar esse cenário triste que convivemos. Precisamos dar uma basta para os políticos que querem se perpetuar no poder. Acredito que esse seja o maior problema de tantos desvios de recursos públicos e formação de grupos políticos com interesses próprios e pessoais.

ADEMIR CAMPOLI (especialista em gestão pública) – Londrina



Chip em animais
Quero parabenizar a vereadora Sandra Graça pela iniciativa, e também os demais vereadores que votaram favoravelmente à proposta que obriga pet shops e organizações não governamentais (ONG) que cuidam de animais a doar ou vender cães e gatos com registro por meio de microchips e já castrados. Gostaria de fazer uma ressalva para que seja considerada na segunda apreciação da matéria. A obrigação deveria ser de toda a pessoa que deixar seus animais procriarem e não apenas os PETs e as ONGs. Diariamente se vê nos jornais e nas rádios pessoas oferecendo animais para venda e doação, e sobre estes também deve ser aplicada a mesma lei. Outro ponto bastante importante é a cobrança dos impostos devidos sobre a venda, seja ela feita por lojas ou pessoas físicas. Toda pessoa que resolva ter um animal de estimação tem de mantê-lo sob seus cuidados (alimentação, saúde, bons tratos e tudo mais), se ele vai para a rua tem que ser sob supervisão de seu cuidador. Caso o animal pegue cria, seu cuidador deve ser responsável pela castração da cria.

PAULO MAURICIO ACQUAROLE (aposentado) – Londrina



Correção
- Ao contrário do informado na matéria "Smartphones ‘premium’ conquistam brasileiros" (Economia&Negócios, 4/6), a tela do lançamento da LG - o G4 - é Quad HD IPS Quantum.


■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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