Golpe baixo
Divulgar o nosso salário foi uma tentativa esdrúxula e baixa por parte do governo de jogar o povo contra nós e nossas reivindicações. Como quem diz, "olhem para esses professores, chorando de barriga cheia, reclamam do salário reclamam de tudo inclusive de pancadas e de balas de borracha!". Bem sabe, o governo que muitos de nós estamos há algum tempo na ativa, e há também a variação do salário dos que possuem dois ou três padrões para os que têm apenas um. Reivindicar salário justo não é uma prerrogativa apenas dos professores, só que não podemos reajustar nossos salários ao bel-prazer, não nos reunirmos na calada da noite para no dia seguinte apenas divulgarmos para espanto e indignação geral o nosso aumento. Não somos políticos!

SERGIO GIAVARINA (professor) - Jataizinho



Salário dos professores
O salário de um professor, por maior que seja, é bem menor que o do governador, dos deputados e dos que têm cargos comissionados. Para ter um salário mais digno, o professor concursado precisa, a longo prazo, trabalhar muito e se dispor a sacrifícios pessoais, financeiros e familiares para investir na carreira acadêmica. Políticos e comissionados pouco ou nenhum sacrifício fazem, ganham mais do que merecem, possuem longas férias, são muito bem servidos por mordomias e privilégios inerentes ao cargo, e se autoconcedem aumentos salariais nunca menos do que foi a inflação. Boa parte não tem nenhum mérito de competência para a função que exerce, exceto a popularidade ou a amizade com alguém do palácio. Fazer justiça a quem realmente trabalha é preciso! Abaixo a politicagem e a mentira!

ROMÃO ANTONIO MARTINI MARTINS (padre) – Londrina



Estamos tristes
Estamos profundamente tristes com todos esses escândalos estampados nas manchetes de jornais e TV a todo momento. Não se ouve nenhuma notícia boa para o nosso povo. É uma decepção atrás da outra. É muito triste ver este país gigante com um solo rico e suas fontes naturais, um povo ordeiro e trabalhador que cumpre com honestidade sua meta, esperando tão-somente condições favoráveis de trabalho. Precisamos de atitudes concretas de nossos governantes escolhidos para desenvolver projetos para incrementar o desenvolvimento do país. Vemos um Brasil fora dos trilhos e sem rumo. Então, senhores políticos, honrem seus diplomas de representatividade popular, arregacem as mangas e busquem alternativas para melhorar o país. O povo está desesperado e sem alento.

EDUARDO ZANIN (professor) – Arapongas



Super idosos
Gostaria de parabenizar o jornalista Fábio Galão pela matéria "Super idosos: quarta idade desafia o Brasil" (Reportagem, 24/5). Para nós, é muito gratificante uma reportagem assim, pois mostra como é difícil o nosso trabalho. Tenho um projeto sobre cuidados com idosos no transporte coletivo (evitar quedas e trabalhar a prevenção) com orientações a motoristas e cobradores. Fui em várias empresas de Londrina, mas nenhuma delas se interessou. O melhor de tudo é trabalharmos na prevenção

JOSÉ VITOR DE AQUINO (técnico em cuidados com idosos) – Londrina



A vez dos clubes brasileiros
É outra história, observar trabalhando um país cujas leis e instituições são minimamente respeitadas. Os EUA, por meio do FBI, teve de fazer nosso "trabalho sujo". Prendeu José Maria Marin e uma penca de dignatários da Fifa. A CBF, cujo presidente é apadrinhado e fora indicado por Marin para o seu cargo, treme de medo. Assim como Ricardo Teixeira que, morando em Miami, coincidentemente retornou ao país. A CBF encontra-se no pior momento de sua história, isso não poderia ser melhor para o nosso esporte bretão. Está na hora dos clubes que compõem todas as divisões do nosso futebol reunirem-se e criarem uma liga independente. Está na hora de se livrarem desse câncer, chamado CBF, que só atrapalha o maior espetáculo do país. Está na hora de quebrarmos com esse constrangedor silêncio que impera entre os dirigentes, após o episódio na Suíça. Nhô Augusto Matraga o fez. Nós podemos também.

JOÃO PAULO SHINITI ITIMURA YAGUI (advogado) - Londrina



■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

mockup