Sugestão à UEL
A UEL está sem dinheiro para manutenção e até falta recurso para comprar material de limpeza. Será que não está na hora de a reitoria criar alternativas? Não seria possível cobrar uma taxa como, por exemplo, de estacionamento dos estudantes - e até dos professores e funcionários - e usar esse recurso para comprar materiais de limpeza? A maioria dos alunos da UEL vem de escolas particulares, onde pagavam caro para se preparar para o vestibular, e poderiam gastar uns R$ 150 por mês em estacionamento. Seria bom para a UEL. Quem não aceitasse deixaria o carro em casa, iria de ônibus e estaria também ajudando a diminuir a poluição da cidade. Seria uma forma de corrigir as distorções que acontecem entre o estudante pobre e o rico. O pobre estuda na escola pública no início da vida estudantil, tem de trabalhar de dia e pagar para estudar à noite e ainda depender do Fies. Com isso, acumula dívidas para o futuro. Já quem estuda de dia normalmente não trabalha, tem carro e vive numa situação privilegiada. Sabemos que o Estado não produz nada, apenas administra os recursos cobrados através dos impostos, e toda vez que é jogada uma carga em cima do Estado logo vem o aumento do imposto como retorno. Acho que precisamos encontrar alternativas para nos livrar da máquina administrativa que parece mais um elefante.
SEBASTIÃO CALMEZINI (comerciante)- Londrina

Bicicleta, exercício fantástico
Tenho acompanhado os pronunciamentos de nossa presidente na TV e reparado como ela emagreceu nos últimos meses. Está muito mais magra. Num primeiro momento o fato nos intriga, porém agora tudo nos foi revelado. O motivo do emagrecimento tão rápido foram as "pedaladas" que aconteceram recentemente, o que nos leva a crer que andar de bicicleta faz bem a saúde.
EDSON MEDARDO SCARCHETTI (aposentado) – Londrina

Desnaturar a presunção
Palavras bonitas aos ouvidos da ignorância, quando tantos "vendados" sequer conhecem seu singelo direito assegurado no artigo 5º da Constituição. Defesa e contraditório são corretos, o que não está e deve ser extinguido é a falta de lisura que aos olhos não existem. Leis mal elaboradas enfrentam brechas e a morosidade da Justiça. Enojam-nos os gestores públicos que envergonham a digna profissão e a ética, que a ela precede, ao se transformarem em usurpadores do erário público. Já disse o ilustre Rui Barbosa: "De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto".
GILBERTO YESOM PETRY (estudante) – Londrina

Falta de Justiça
Concordo em parte com o leitor João Paulo Shimiti Itimura Yogui (Opinião, 27/4), mas ele esqueceu de mencionar que há profissionais da área de medicina que quando o paciente pede um recibo ou nota fiscal de prestação de serviços, a secretária informa que o preço fica mais caro. Isso quando está em sua clínica particular. Quando está no posto de saúde se esconde, bate o ponto e sai pela porta dos fundos. Quanto a comparar o PT ao nazismo e dizer a saúde piorou, lembro que foi com o PT que esses maus profissionais foram obrigados a se cadastrar no INSQN e emitirem notas fiscais aos clientes/pacientes, coisa que até então sempre fugiam para a clandestinidade para não pagar os impostos devidos aos municípios. Quanto ao Mais Médicos, outra coisa boa desse governo, primeiro foram chamados os profissionais brasileiros para preencher as vagas existentes, mas não compareceram e vieram os cubanos. O Sistema Único de Saúde é melhor modelo criado nesses 40 anos de existência. O que falta é capacidade de gestão, os médicos se dedicarem mais a esse modelo, mostrar aos governantes que não precisam fingir que lhes paga e eles não precisam também fingir que trabalham. A medicina não pode ser mercantilizada como acontece hoje. Se tiver plano de saúde, o atendimento é mais rápido e parece que os remédios são mais eficazes. Que país queremos deixar para as futuras gerações onde só quem tem muito dinheiro é bem atendido?
ANCILON DE SÁ NETO (empresário) - Campo Mourão

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