OPINIÃO DO LEITOR
Dinheiro jogado fora
A presidente Dilma Rousseff sancionou o aumento do fundo partidário para R$ 868 milhões em 2015, atendo os parasitas dos quais é hospedeira por opção própria. Para isso não existe crise, contenção de gastos, ajustes fiscais e outros planos para reequilibrar as finanças do País, ou seja, "está tudo liberado". Medidas assim, senhora presidente, a enaltecem e elevam ainda mais o "bom conceito" e o elevado índice de "aprovação" do seu (des)governo.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé
Pequenas grandes ações
As nossas ações, normalmente são em benefício próprio. Raramente, agimos com o objetivo de privilegiar, colaborar, ajudar ao próximo. A cultura do brasileiro é de auto vantagem, ou seja, a cultura de Gerson. Temos que mudar esse foco. As nossas pequenas ações positivas, além de favorecer ao próximo, estimularão os mesmos, em especial, as crianças a praticarem ações que os favoreçam. Pois vejam: No mercado, furamos fila, usamos caixas que não temos direitos (preferenciais), deixamos os carrinhos no meio dos corredores após a colocação das compras no veículo, deixamos carrinhos no estacionamos ao invés de levá-los para os seus devidos lugares; no trânsito, não damos preferência aos coletivos, não damos preferência ao pedestre, não facilitamos a vida dos outros condutores acelerando quando deveríamos diminuir a velocidade, colaboramos, para que o congestionamento aumente ao pararmos em fila dupla, utilizarmos duas pistas, utilizarmos celulares, demorarmos para colocar os nossos veículos em movimento quando da abertura dos semáforos, buzinamos quando deveríamos aceitar algumas pequenas falhas das quais somos passíveis de cometê-las. Essa é uma pequena mostra das inúmeras ações que estamos realizando de forma incorreta.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) Londrina
Alguns projetos de lei que serão levados à mesa do Legislativo para votação, como o álcool gel em coletivo, mostram que nossos legisladores deveriam se preocupar com problemas muito mais urgentes como os relativos à segurança, educação e saúde. Senhores, vamos priorizar aquilo que realmente está levando a nossa população ao colapso, aquilo que está sendo degradante, desgastante e de certa forma deixando o cidadão à mercê do destino. Pensemos em algo emergencial e de solução rápida para corresponder àquele simples e profundo ato que realizamos na esperança que durante quatro anos iríamos pelo menos ver algum favoritismo em relação ao eleitorado. Vamos ver se conseguimos notar as prioridades?
ALGIMIRO SANTANA (acadêmico de enfermagem) Londrina
As quatro perguntas
Lendo o artigo "A sabedoria do caipira", de José Pio Martins (Espaço Aberto, 18/04), veio-me à lembrança um episódio com Wilson Moreira. Na época em que dr. Wilson estava na Prefeitura de Londrina, um empresário me procurou e disse: "Estou chateado com o prefeito. Faz tempo que eu aguardo uma audiência e ele não me recebe". Telefonei ao dr. Wilson e ele apenas quis saber se o empresário estava preparado para responder às famosas "quatro perguntas": a) Qual é concretamente o problema? b) O que precisa ser feito? c) Qual é o plano de ação? d) Quanto vai custar? Fomos até o gabinete do prefeito e o empresário só respondia dizendo: "Eu acho que...". Wilson Moreira então disse: "Quando o senhor estiver pleno conhecimento sobre o assunto, volte a me procurar". A reunião terminou em cinco minutos. Foi mais uma lição importante de um homem que não aceitava achismo.
VALTER LUIZ ORSI (presidente da Acil) Londrina
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