Cleptocracia: corrupção sistemática
Simpatizantes do governo LuloDilmista, refratários às críticas, mesmo diante de um partido que protagonizou o mensalão e agora o petrolão, e que tem deputado federal e tesoureiro nacional presos por envolvimento no maior esquema de corrupção do País, a pretexto de defender um governo onde a corrupção é endêmica, preferem imputar tais desmandos à conspiração da mídia conservadora e da elite golpista. A "presidenta", de forma arrogante e ufanista, afirmou: "Estamos apurando com rigor os malfeitos na Petrobras", como se isso não fosse mérito de nossas fortes e independentes instituições democráticas (MP,PF e Judiciário), quando se sabe que o seu governo envidou todos os esforços para afastar das investigações o competente e incorruptível juiz Sérgio Moro. Na sua maneira peculiar de combate à corrupção, a "presidenta", articulando o PT e seus aliados, alcançou seu nefasto intento de abortar a CPI da Petrobras. CPI esta que o Congresso somente na atual legislatura, premido pela prisão de diretores da estatal e de empreiteiras, com muito esforço conseguiu instalar. Como acreditar nesse governo quando insiste em manter 39 ministérios, mais de 22 mil comissionados e que contribuiu decisivamente para "limpar" a Petrobras e dilapidar seu patrimônio, destruindo a "joia da coroa". O LuloPTismo conseguiu derrubar a CPI do BNDES, que foi e ainda é usado para proteger os amigos do rei com empréstimos bilionários e a juros subsidiados, pagos pelo contribuinte, como foram os feitos ao frigorífico JBS, à OI, ao falido Eike Batista, assim como os financiamentos de obras no exterior, como o Porto de Mariel em Cuba em contrato sigiloso. O governo LuloDilmista implantou em nosso querido Brasil um sistema denominado Cleptocracia, onde impera uma situação regular e constante de corrupção e de roubos sistemáticos. O PT tem um conceito muito particular de moral, "quando se rouba pela causa é válido; quando não, é reprovável". Petista histórico, Frei Beto, em recente entrevista, afirmou: "O PT trocou um projeto de Brasil por um projeto de poder. Hoje se assiste ao começo do fim do PT".

BRUNO SACANI SOBRINHO (advogado) - Londrina



Família bem resolvida
Se você, caro eleitor, votou em Fernando Francischini para reelegê-lo deputado federal e no filhe dele para deputado estadual (primeiro mandato), saiba que votou mal. A esposa do atual secretário de Segurança e mãe do novo deputado estadual foi nomeada (Folha de Londrina de 16/5) consultora estratégica da Sanepar, com nível 5, salário de R$ 11.897,69. Pela denominação do cargo se percebe que todos os problemas hídricos de Estado estão resolvidos e da família também! Isso tudo porque o salário que ela recebia (R$ 8.400,00) como diretora de gestão de pessoas e desenvolvimento do Detran era muito baixo.

AFONSO ROQUE WELTER (aposentado) – Londrina



Educação
Perfeita a visão do leitor Luiz Furtado (Opinião, 15/4), ao tecer seu lúcido comentário sobre o ingresso ao ensino superior em nosso país. O atual assistencialismo promove uma enxurrada de jovens despreparados ao ensino superior em instituições particulares, instituições estas em sua maioria de fraco desempenho educacional que não conseguem formar bons profissionais. Esses profissionais oriundos dessas instituições fracas são lançados ao mercado de trabalho e a consequência disso são profissionais de fraco desempenho que pouco contribuem para a economia e o crescimento da Nação. Basta melhorar o ensino básico público e com isso a formação de cidadãos bem preparados acontecerá naturalmente, sem a necessidade de assistencialismos que têm por verdadeiro objetivo a conquista de votos.

MARCELO PETRIO PILATI (administrador de empresas) – Londrina



Correção
- Diferentemente do informado na matéria "Obras da Clínica Odontológica recomeçam em ritmo lento" (Cidades, 15/4), a nova sede da Clínica Odontológica no campus da Universidade Estadual de Londrina (UEL) vai ser sede de "três grandes ambulatórios de graduação".

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal.E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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