PT/PSDB
A sociedade como um todo, em finais de ano, notadamente na véspera do Ano Novo, expressando sua ideia predominante ou alento vital de solidariedade com o próximo, de modo comezinho ao se encontrar, em homenagem de respeito e cordialidade, externa-se votos de confraternização dizendo um para o outro: "feliz ano novo", o que é comum nessa época independentemente de posição ou classe social. Diametralmente oposto, os governantes com suas atitudes de modo real e concreto, o faz por felicitar a população com um "infeliz ano novo". A prova disso é o governo estadual, ao tentar aprovar o "pacotaço". No mesmo diapasão é a atitude do governo federal que, além de pífio, quase parando, exatamente em contraste a tudo aquilo que prometeu não fazer na campanha eleitoral visando sua reeleição. As duas siglas citadas são apenas exemplificativas, porque como de resto são os governantes em exercícios de todas as demais siglas partidárias. Todos "farinha do mesmo saco". Desta forma, a população se encontra perplexo, numa encruzilhada sem saída, sob a constrição de que: "se ficar o bicho come, se correr o bicho pega".

ANTONIO FRANCISCO DA SILVA (advogado) – Ibiporã



Cadê os líderes oposicionistas?
O que existe por de trás da omissão dos líderes oposicionista nas manifestações das ruas? Ao meu ver, o seu silêncio é tão grave quanto aos atos praticados objeto das passeatas nas ruas. Com efeito, ficar sobre o muro, deixando a sorte de buscar resultados pelo o povo nas ruas, é, ao meu ver, uma atitude no mínimo covarde. Agindo assim, espera-se "resultados", sem que corram riscos de desgastar imagem. Ou existem outros "fatores" que inibem a ação desses ditos "oposicionistas", que mais estão parecendo coadjuvantes desse imenso circo, do qual nós, brasileiros já conhecemos o espetáculo repetidas vezes. Vamos, nobres representantes, trabalhem, é para isso que estão sendo pagos, e caro. Mostrem serviços, façam e aprendam com o povo que está na rua mostrando sua cara. Será que o empobrecimento do Brasil, vai além do aspecto material e atinge também o nascimento de verdadeiros estadistas realmente patriotas?

JOSÉ ROBERTO BRUNASSI (advogado) – Londrina



Dilma, independência ou morte...
As manifestações desse domingo levaram às ruas menos gente que as de 15 de março. Mas o vice-presidente Michel Temer, hoje homem forte e esperança do governo, diz que elas são importantes e merecerão toda a atenção. Os movimentos pelo impeachment já anunciam a marcha a Brasília para pressionar o Congresso Nacional a acatar e tramitar o processo de afastamento da presidente da República. Supõe-se que, isso acontecendo, os ditos movimentos sociais que ao longo dos anos foram bafejados pelos governos petistas também poderão se mobilizar, inclusive o tal "exército" paralelo dos sem terra convocado por Lula. A manifestação do pensamento e da aspiração popular são pressupostos da democracia, mas por isso tem seus limites. Essa manifestação torna-se perigosa quando há a radicalização e, principalmente, o confronto. As autoridades têm o dever de, ao mesmo tempo, garantir o direito de manifestação das diferentes correntes de pensamento da sociedade e do povo, zelar para que elas não se confrontem fisicamente e nem sejam tomadas pelos vândalos e desordeiros que possam desvirtuar seus propósitos, como já ocorreu nos atos contra o aumento dos preços das passagens do transporte coletivo e a Copa do Mundo.

DIRCEU CARDOSO GONÇALVES – (policial militar) – São Paulo




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