OPINIÃO DO LEITOR
Ratões com medo de ratinhos!
Que vergonha, senhores deputados federais! Esses seus "semelhantes roedores" pouco mal fazem à sociedade, diferentemente dos senhores, que são responsáveis indiretos por não realizarem os seus trabalhos com ética, moral e decência, pelo sofrimento e morte de milhares de brasileiros por ano. Esses sofrimentos e mortes são decorrentes, principalmente, pela falta de medicamentos, leitos hospitalares, médicos, enfermeiros, dentre outros. Importante dizer, que se esses seis pequenos e indefesos "semelhantes roedores", digo, ratinhos substituíssem os seis únicos deputados federais éticos e morais da Casa, só teríamos ratos com "R maiúsculo", ou seja, ratos assumidos. O servidor que colocou os seis ratinhos na Casa foi responsabilizado e exonerado pelo presidente da Câmara dos Deputados. Pergunto: como responsabilizar os eleitores brasileiros que colocaram mais 500 ratões na Casa?
Sobre o incêndio em Santos
Fernando Pessoa, Ayn Rand, Friedrich Hayek, Ludwig Von Mises, Hans Hermann Hoppe e tantos outros gênios, em todas as épocas, foram unânimes em reconhecer o óbvio vivenciado por todos nós: a incompetência estatal é a regra, não a exceção! O caso do trágico incêndio em Santos é emblemático. Impossível não pensar na Tocha de Wyatt (um campo petrolífero incendiado que o Estado não conseguia apagar em A Revolta de Atlas). Pois é. Na falta de tecnologia nacional ou dos aliados Cuba, Venezuela e Argentina, a empresa Ultracargo importou da Alemanha o Cold Fire um isolante térmico eficaz no combate a tais tipos de incêndio. Entretanto, a tecnologia é desconhecida e nunca foi utilizada no Brasil. Situação não rara, vamos ter que aprender a utilizar um novo material e método na base da pressão, sob estresse...
Maioridade penal
Atualmente a sociedade brasileira enfrenta um problema gravíssimo, que é a forte inserção de jovens, menores de dezoito anos, no mundo do crime. Se valendo dos benefícios de leis menos rigorosas e do ECA, estes se veem na condição de cometer delitos gravíssimos e cumprir punições mais brandas que os cidadãos considerados maiores de idade. Muitos defendem a redução da maioridade penal, projeto que esta sendo discutido em Brasília. Mas uma coisa não pode ser negada, existem jovens e jovens. Menores infratores que cometem crimes leves, ou que não possuem longos antecedentes criminais, realmente devem ser beneficiados por leis menos rigorosas e devem ser mantidos longe dos chefes do crime organizado. E, de fato, a barreira dos 18 anos é uma boa idade limite. Todavia, é uma falta de respeito e uma verdadeira injustiça para com o cidadão honesto, quando marmanjos, já experientes e infiltrados no crime organizado, são beneficiados pelas mesmas leis que os primeiros aqui citados. Cometem latrocínios, homicídios a sangue frio, ou assumem crimes de maiores infratores, e depois de pouco tempo encarcerados voltam a cometer atrocidades. Estes, independentemente da idade, devem ser julgados e punidos de acordo com a gravidade do crime cometido.
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