...Eu vou pra casa, agora eu vou...
Só mesmo numa republiqueta como o Brasil acontece o inacreditável. Políticos bandidos, governantes, diretores de estatais, juízes vendedores de sentenças, empreiteiros safados e tantos outros corruptos, que assaltam os cofres públicos, descobriram agora uma nova maneira de aproveitarem a vida tranquilos. Quando raramente são pegos e condenados, basta um ladrão delatar outro, esse outro delatar outro e assim por diante. Dessa foram, nenhum deles cumpre pena na cadeia. Esses dedos-duros de gravata ganham de nossa "respeitável" Justiça o direito da prisão domiciliar e vão cumprir suas duras penas em casa, tomando seus uísques importados, assistindo Sessão da Tarde, jogando cartas com seus inúteis familiares ou com seus amigos também corruptos, exibindo suas tornozeleiras e zombando da nossa cara. Chega! Que o exército honre seu juramento de defender a Pátria a qualquer custo. Já passou da hora. Reajam! Vocês têm apoio da população.

IVAN CHUBACI (comerciante) – Londrina



A situação do País
Atualmente é induvidoso que todos os poderes da República não mais gozam da confiança da população. Órgãos da imprensa falada, escrita e televisionada dão conta de que jamais o País passou por uma crise moral tão volumosa tal qual a vivida na data presente. A violência, a corrupção, a falta de segurança alastram-se e, pior, agora não só pela atuação de marginais e contraventores de profissão, mas também e sobretudo, pelas personalidades que ocupam poder de relevo na vida pública. As falcatruas, "roubalheiras" se multiplicam dia a dia sem temor nem economia, numa deslealdade permanente e ininterrupta, humilhando toda a Nação brasileira. Essa maléfica epidemia brota não só de todas as valas, becos, esquinas e pontas de ruas, mas notadamente nos pomposos palacianos, os quais, sem do nem piedade, tiram numa ponta o que vai faltar na outra ponta. Isto é, os que desviam aqui, faltam lá na mesa da parte mais pobre da população que, sem saúde, educação precária, segurança nenhuma, caminha sem chão para pisar, sem esperança, e só lhe resta torcer para que um dia quem sabe esta triste realidade possa ter um fim.

ANTONIO FRANCISCO DA SILVA (advogado) – Ibiporã



O equívoco sobre a redução da idade penal
A ideia que a redução da idade penal irá resolver o problema da violência está diretamente ligada ao conceito de punir para prevenir. Em dez anos de atuação direta com adolescentes autores de ato infracional comprovei na prática que não faltou punição para a maioria das centenas de infratores que acompanhei. Penalidades físicas e psicológicas, entre tantas outras privações. Outro equívoco é a lenda que os que atuam direto com essa população, são protetores. Muito pelo contrário. Reduzir a idade penal, é um erro, que não surtirá efeito. Segundo dados da Unicef, nos últimos 20 anos, somente 3% dos homicídios em solo brasileiro foram cometidos por adolescentes, porém entre as vítimas, 53,5% eram jovens, negros e pobres. Todos nós queremos que a violência diminua, mas é preciso dizer não às soluções pontuais e ligadas ao senso comum.

JACQUELINE MARÇAL MICALI (gestora de pessoas e projetos) – Londrina



Não podemos jogar a toalha!
A zebra venceu o Tubarão. Venceu de forma merecida. Jogou muito melhor. Entretanto, faz parte do histórico do Tubarão, buscar os caminhos mais difíceis para alcançar posições de destaque nas competições estaduais e nacionais. Temos certeza, que na próxima quarta-feira, iremos sair vitoriosos em Maringá. Nesse jogo o Tubarão será a zebra, ou seja, venceremos o jogo.

ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina




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