Competência e formação
É muito bom saber que autoridades estão preocupadas com o destino do nosso lixo e estão intencionado estabelecer o "lixo zero". Sabemos que esta é uma tarefa difícil, mas que com muita persistência se conquista. A preocupação já vem se alastrando há muitos anos. Em 1987, deu-se uma das primeiras reuniões de países de primeiro mundo, quando o foco foi o desenvolvimento sustentável. Oficialmente isso vem se alastrando muito vagarosamente desde então. Penso que se as autoridades competentes se mobilizarem, vamos acelerar os pequenos passos. Para dar certo é preciso que pessoas que tenham competências e formação em relação a estes projetos. De nada adiantaria um piloto de aeronave se formar para pilotar um navio! Isso não pode dar certo. Se cada departamento for administrado por uma pessoa que se entregue a sua função, poderíamos respirar um pouco mais aliviados.

ALGIMIRO SANT’ANA (servidor público) – Londrina



"Bancada evangélica"
Acho totalmente despropositada a maneira pela qual um grupo de vereadores se autodenomina "bancada evangélica", conforme reportagem (Política, pág.4, 29/3/15). Essa nomenclatura não é específica e segmenta a religião como um todo, pois a denominação evangélica aglutina centenas de placas que vemos espalhadas pela cidade. Seria de bom alvitre que estes senhores nominassem sua igrejas, para que as conheçamos, ao invés de se escudarem atrás de uma denominação genérica.

EDSON MEDARDO SCARCHETTI (bacharel em teologia) – Londrina



Trabalhismo
Em se tratando da fome insaciável - predadora - e dizimadora de ideais, o único caminho para os que ainda desejam um trabalhismo mais voltado para o País do que para seus bolsos, é sair do PT, que hoje merece ser chamado de Predador Trabalhista. Senador Paim, o senhor e outros (raríssimos) não fazem nem fizeram parte da absurda voracidade desses abutres. Ouçam os próprios ideais, saiam desse ambiente fétido.

LUIZ EDGARD BUENO (escritor) – Londrina



Aniversário do golpe
Em outras épocas o Brasil estaria comemorando o aniversário da Revolução de 1964, antes redentora, hoje denominada golpe. A data foi recentemente banida do calendário nacional de eventos. Mas o País chega a ela, nesse ano, mergulhado em dúvidas. O dragão da inflação bate à porta. O governo edita medidas impopulares na tentativa de ajuste, mas é visto como gastador ao manter uma administração com 39 ministérios, a maioria deles criados para acomodar politicamente os vorazes aliados. Os trabalhadores e até o Partido dos Trabalhadores, ao qual é filiada a presidente, protestam contra o arrocho e pedem o cumprimento das promessas de campanha. O povo já fez uma grande manifestação pró-impeachment no dia 15 de março e tem outra chamada para 12 de abril. Setores mais radicalizados pedem a volta dos militares ao poder. Queiram ou não, vivemos dias apreensivos. O contexto internacional é diferente daquele vivido 50 anos atrás. Não se fala em quebra institucional, pois não temos o explosivo ingrediente da guerra fria entre direita e esquerda, que tantas instabilidades causou ao mundo do pós-guerra. Mas pode ser uma data de reflexão, para não repetirmos os erros do passado, tanto para a direita quanto para a esquerda.

DIRCEU CARDOSO GONÇALVES (policial militar) – São Paulo



■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

mockup