Inspirando confiança
Na esfera federal, seguindo o rito desastroso e corrupto da governança petista, a incompetência e a fragilidade política de Dilma Rousseff estão conduzindo o País a uma situação de ingovernabilidade. Em nível estadual, depois de alardear um quadro de tranquilidade financeira para se reeleger, Beto Richa agora decreta a insolvência do Estado. No pleito eleitoral, Dilma agiu como uma marionete, manipulada pelo marqueteiro João Santana, que custou a "bagatela" de R$ 70 milhões à campanha petista. Beto, para contrapor às acusações de Requião, mentiu para os paranaenses. Contrariando essas atitudes deploráveis, no plano municipal o prefeito Alexandre Kireeff mostra números que demonstram o equilíbrio financeiro da prefeitura. A informação de que o exercício de 2014 fechou com um superavit na casa dos R$ 73 milhões é uma notícia alentadora para os munícipes. É óbvio que a administração atual ainda não é nenhum primor, mas a seriedade, a política de "pés no chão" e o planejamento com que Kireeff embala a gestão é motivo de regozijo e esperança de dias melhores. Aos poucos, ele vai organizando a cidade. Os problemas enfrentados são muitos e as condições adversas, herdadas de péssimas gestões passadas e fruto da falta de uma forte representatividade política nos âmbitos estadual e federal, atrapalham o melhor desenrolar das providências. Pelo menos, a administração municipal já saiu das páginas policiais e Londrina respira um ar mais leve no cenário político.

LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) – Londrina



Por um Brasil melhor
Gostaria de estar enganado, mas a "lista do Janot" não terá as consequências que a sociedade brasileira está esperando. Possivelmente, a não aparição dos nomes da Dilma e de Aécio, dentre outros, na tão aguardada lista, seja resultado de "negociatas". O nosso país está vivendo o pior momento da sua história. Os nossos políticos, na sua grande maioria, não valem nada. São assaltantes armados com o voto do povo que, também na sua maioria, recebe alguma recompensa. Fico perplexo, com a cara de pau de algumas figurinhas carimbadas da nossa política suja, em especial, os presidentes da Câmara Federal e do Senado, quando questionados pela imprensa sobre as suas possíveis aparições na lista do Janot. A hora é agora, não podemos perder essa oportunidade para termos um Brasil melhor. Façamos a nossa parte para que os nossos filhos e netos possam se orgulhar de viver neste país maravilhoso.

ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) – Londrina



Menor e a delinquência
É voz corrente por todos os quadrantes da nação sobre reduzir os limites de idade para efeito de responsabilidade penal. Quanto mais se fala, mais se caminha apenas e tão-somente na retórica. O Estatuto da Criança e do Adolescente, em vigor no País há mais de duas décadas, encontra-se arcaico. Seus dispositivos benevolentes se constituem em expressão infeliz de um instituto esdrúxulo que nos legou o poder. Ao instituí-la, o legislador deu incrível salto para trás, qual aloprado e saltimbanco, tantas foram as benesses inseridas, como conceder alforria ou alvará para o adolescente usufruir da prática criminosa sob o manto da impunidade. Olvidou o legislador de que o mal do protegido é o protetor. A rigor, o ECA foi criado para proteção da função social, ou seja, o menor desamparado. Na aplicação prática, no entanto, está havendo desvio de finalidade, com patrocínio de menores cruéis, verdadeiros lobos com vestimentas de ovelhas na prática delituosa sob o manto e proteção da lei em detrimento da sociedade como um todo, massacrada, insegura e renhida, só lhe restando prantear suas vítimas.

ANTONIO FRANCISCO DA SILVA (advogado) - Ibiporã




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