OPINIÃO DO LEITOR
Que pisada!
Muito bem governador, não foi à toa que votei em vossa excelência. A crise está aí, é federal. Por isso mesmo se faz necessário cortar regalias e mordomias nas instituições que nada resolvem ao Estado e à União. Professores só fazem educar, o Iapar só presta para desenvolver feijão, café, soja e outras abobrinhas. Polícia então, só serve para perseguir o PT e outros pobres políticos que labutam pelo Estado e pela pátria. Dá-lhes pau, governador... Mas não ouse mexer com as concessionárias de pedágio, no salário de nossos políticos e muito menos na aposentadoria mixuruca de um governador. Como disse acima eu votei em vossa excelência, confio ter acertado o meu voto e sei que tudo isso que está acontecendo é intriga da oposição, que quer vê-lo fora do governo. É uma tosca vingança de quem está emparedado. Não é governador? Ou seria culpa do governo passado? Tomara que eu tenha acertado, caso contrário, eis um voto que se perde. Vou enfiar o rabo entre as pernas como tantos que o apoiaram, os professores danar-se hão com seus conhecimentos, a polícia irá caçar sapos e a turminha do Iapar... plantar batatas.
RUBENS ROMAGNOLLI (engenheiro civil) Londrina
Governador deve dar exemplo
O governador continua com suas desculpas de incompetência do governo Dilma e do PT no plano federal. Isso nós sabemos, o problema é ele não assumir suas incompetências. Por que não diminui as secretarias de Estado e seus assessores e não reduz seus salários? Por que não negocia com os deputados, mesmo porque negocia com eles o tempo todo, a diminuição dos salários, de vantagens e dos valores para pagamento de assessores? O mesmo serve para o Poder Judiciário e o Tribunal de Contas. Por que só a população com os aumentos de impostos e os servidores públicos com perdas de conquistas de muitos anos devem pagar pela inoperância do governo. O governador só terá moral para propor sacrifícios ao povo paranaense se cumprir sua parte.
ANTONIO CAMARGO (engenheiro agrônomo) - Cornélio Procópio
Crise no Paraná
Os deputados estaduais, eleitos pelo povo, que votam o "pacotaço do mal" com o governo, nunca devem ter ido à escola, não sabem o que é educação, não têm ninguém em sua família que seja educador para lhe considerar a profissão. Sugiro que o governador Beto Richa, que também desaparece nesse momento caótico, comece a reduzir os gastos, a partir do alto escalão do governo; que deputados reduzam seus salários e mordomias, como viagens pagas às custas da população, enxuguem a máquina de assessores de gabinetes da Alep para lhes servirem cafezinhos e petiscos. Consequentemente, o dinheiro aparecerá para sanar a dívida do Estado, de uma forma menos penosa para a felicidade de todos nós educadores.
NOZOR BELT SAZAR RODRIGUES (professor de Português) Londrina
Ódio no futebol
Aceitar a adoção de "torcida única" nos estádios de futebol é ceder ao banditismo incrustado nas torcidas organizadas. É preciso combater a violência desenfreada, movida por um fanatismo doentio e promíscuo com o crime. O alegado amor pelo clube, escamoteado pelas mais diversas formas de imposições aos torcedores adversários, está afastando os mais ponderados, as famílias e os espectadores dos nossos estádios. Na Inglaterra, na era pós hooligans, a taxa de lotação de algumas praças esportivas já chega a 96%, com uma frequência média de 76 mil torcedores por partida. No Brasil, a impunidade com os crimes dessa natureza é total. Passou da hora de medidas mais duras, que punam exemplarmente a violência dos maus torcedores. O ódio no futebol cresce justamente porque as providências adotadas são de separar os frequentadores dos estádios e não a de eliminar aqueles que estão atrapalhando a boa convivência dos bem intencionados. Conheço torcedores que parecem apostar a sua vida no resultado do jogo. Se o seu time perder, ele "vira bicho". Parece que não tem outros objetivos mais nobres que não seja o de vencer uma simples partida de futebol. Outros querem impor à força as suas preferências clubísticas de forma irracional. Chegam a dizer que os torcedores que não se identificam com as suas cores futebolísticas não interessam e nem devem ir ao estádio. Uma tolice, própria de mentes deturpadas, e um desserviço ao nosso futebol.
LUDINEI PICELLI(administrador de empresas) Londrina
Correção
Ao contrário do informado na matéria "Governo tenta trégua para pôr fim à greve dos professores" (Política, pág. 5), o encontro do chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra (PSD), com a direção da APP-Sindicato, será na quinta-feira, dia 19, às 14h30, no Palácio Iguaçu.
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