Descompromisso
O primeiro ato da presidente da República, Dima Rousseff, em 2015, foi lançar o conhecido pacote de maldades que inclui aumento de impostos, combustíveis, cancelamento de benefícios trabalhistas e sociais, exatamente o oposto de suas promessas de campanha. O governador Beto Richa também editou o seu "pacotaço", sob o nome oficial de corte de gastos administrativos. Ambos permitiram que o Brasil e o Paraná perdessem o controle das contas públicas. Então, reelegemos dois despreparados para conduzir nosso País e o Estado. Dilma, no atacado, afundou o Brasil. Beto, no varejo, destrói o Paraná. O governador atestou sua incompetência ao iniciar as obras de duplicação da PR-445, que pronta e funcionando, para fazer um rasgo na cidade e não ter a mínima ideia de quando serão concluídas. Dilma e Lula, na esfera federal, indicaram uma verdadeira quadrilha para cuidar da Petrobras. Resultado: liquidaram a estatal e de quebra, estão levando o Brasil para o fundo do poço. A irresponsabilidade dos nossos governantes se assemelha à irresponsabilidade de parte dos servidores. Ontem, fui ao Museu Histórico de Londrina para doar sangue. Para minha surpresa, fui informado que meu sangue não poderia ser recolhido, pois os servidores públicos da saúde estão em greve. Deixar de coletar sangue que pode salvar vidas é tão grave quanto as mentiras e pacotes anunciados pelos nossos governantes.

ROBERTO TEIXEIRA (empresário) - Londrina



Fio do bigode
Aprendi com meu pai que um fio de bigode vale mais do que qualquer assinatura ou promessa. Com certeza, o governador Beto Richa também ouviu muito essa frase na sua juventude, pois ele é do tempo que homem que é homem honrava suas palavras. Na sua reeleição prometeu que o Paraná precisava continuar crescendo, que ele seria o melhor candidato para dar continuidade aos seus "projetos", que estávamos no caminho certo para um Paraná melhor. Seu primeiro mandato foi muito bom e suas promessas eram dar continuidade ao que vinha acontecendo, o que me fez votar novamente nele, mas na campanha faltou ter aberto o jogo que iria aumentar o IPVA, a tarifa de energia e água, que iria atrasar pagamentos do funcionalismo e o principal deles: que o Estado está quebrado! Ora governador, onde está o que aprendeu com seu pai? Esse é o Paraná que você prometeu antes da reeleição? Então, honre o fio do seu bigode.

RONALDO COUTINHO FERREIRA (assistente técnico) - Londrina



Barganhas vergonhosas!
A cada dia nossos políticos (salvo raras exceções) estão perdendo a vergonha. No cenário municipal, estadual e federal os políticos do Legislativo leem a cartilha do Executivo. Felizmente, Londrina na atual gestão tem sido uma das exceções no País. Os políticos esquecem que foram eleitos para atender as necessidades do povo, com isso, administram em benefício próprio ou na base do tomá-lá-dá-cá entre Executivo e Legislativo. O Paraná está vivenciando esse horrível tomá-lá-dá-cá entre o governador e a maioria dos deputados (voto favorável ao governo = ambulâncias, obras, verbas, etc.) para aprovar medidas de austeridades. Gostaria de parabenizar o deputado Tercílio Turini pela defesa aos direitos do povo; criticar Cobra Repórter pela visão equivocada de defender os interesses do governo e condenar Tiago Amaral pela atitude covarde de não se pronunciar sobre a posição de estar junto com o governo e contra o cidadão. Beto Richa, Cobra e Tiago futuramente vocês serão lembrados por esse "tratoraço".

ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina



Greve e oportunismo
A greve é válida quando os trabalhadores tentam todas as saídas para atingir seus objetivos. Aí, tem que ser na pressão. Fui por muito tempo funcionário público e o que acontecia naquele tempo pode estar acontecendo agora. A maioria dá as caras, para de trabalhar, vai às ruas, arrisca a ter dias parados descontados ou ser dispensado e perder seu ganho mensal. Há alguns que não entram em greve, ficam lá olhando paredes, lendo jornais, vendo TV e assinando o ponto. No fim da batalha grevista têm os mesmos benefícios conquistados. E, curiosamente, são queridos das chefias e ganham até outras posições.

OSVALDO CARDOSO RIBEIRO (jornalista) – Londrina



■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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