Democracia é outra coisa!
Se continuarmos dizendo "amém" a todas decisões políticas em nosso Estado e no País, estaremos trabalhando acorrentados e sendo chicoteados, logo logo. Não é possível uma apatia tão absurda! Estamos vendo os "caras" que foram eleitos pela maioria, se colocando acima das leis, Constituição e demais preceitos fundamentais do Direito, fazendo o que bem entendem. Saqueiam a olho nu o Tesouro Nacional sem o menor constrangimento. A falência do Estado-empresa só não vê se for cego. Sociedade de economia mista, secretarias e ministérios são verdadeiros cabides de emprego. Uma vergonha universal! Deus salve o pisoteado "pendão" da esperança!
WILSON OLIVEIRA TRINDADE (bacharel em Direito) – Londrina

Sangue novo
Cheio de vontade. É disso que Londrina está precisando, de gente nova e com muita disposição. A notícia que nos chega de que o deputado federal Marcelo Belinati, já na primeira semana de mandato, foi ao encontro do ministro da Aviação em busca de apoio para implantação do ILS, bem como de um despachante aduaneiro (o qual já existe em Maringá e do qual Londrina depende) deixa, sem dúvidas, os londrinenses e região metropolitana bastante esperançosos. Esperamos e torcemos para que ele, bem como os nossos demais representantes, consigam mesmo o que a região merece.
JOSÉ ROBERTO BRUNASSI (advogado) – Londrina

Não aprendemos nada com a Copa
Vendo os noticiários esportivos, vejo que a nova geração de jogadores não aprendeu nada com a derrota humilhante da seleção na Copa de 2014. Não estou dizendo na questão "dentro do campo", mas sim fora. A seleção brasileira sub-20 deu um mau exemplo de "fair play" ao expulsar o mascote do campeonato sul-americano Sub-20, disputado no Uruguai, que estava se posicionando junto aos jogadores para uma foto. Será que acham que já são estrelas e os donos do mundo da bola? Desçam do pedestal moleques, vocês ainda nem saíram das fraldas nesse campo.
ROGEMAR MONTEIRO (servidor público) – Londrina

Consumo rural de energia
Na matéria "Copel registra alta de 8,2% no consumo rural de energia" (Economia, 3/2), a gerente da Copel Distribuição, Margarete Almeida, justifica o aumento do consumo devido ao aumento da produção e renda no segmento de milho e soja. Acho que ela não conhece a realidade do setor rural e do porquê houve o aumento de consumo do setor rural. Ela deveria ir até as áreas rurais, principalmente no Oeste do Paraná, e ver o tamanho da diversificação que os produtores (colonos) implantaram nos últimos anos (avicultura, suinocultura, leite, peixe, silos de armazenagem e irrigação). Esse sim é o motivo do aumento do consumo. Pena que a Copel (estatal) não tem acompanhado esse aumento de demanda deixando na mão os produtores que tanto geram empregos, renda e aumento de faturamento da Copel em seus cofres. A estatal não investiu o suficiente para acompanhar esse setor importante para municípios, Estado e União. São comuns as quedas de energia, energia de baixa qualidade com estruturas (redes) de distribuição rural com mais de 40 anos. Além disso, falta comprometimento dos atendentes e técnicos (0800) quando nas emergências solicitadas por nós produtores. Aconselho a gerente Margarete acompanhar na mídia a reclamação de entidades ligadas ao agronegócio e assim ela saberá como anda a situação do sistema de energia elétrica rural no Estado. A Copel precisa voltar a desempenhar a função primordial que é produzir e distribuir energia. Também deveria indenizar com mais rapidez os prejuízos causados aos produtores.
EDMILSON J. ZABOTT (produtor rural) – Palotina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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