Opinião Atualizado em 08/02/2015, 00:01
OPINIÃO DO LEITOR
Tenho acompanhado pela Folha de Londrina o andamento da operação Lava Jato e tudo leva crer que teremos mais um desses casos de corrupção que resultam em quase nada em punição aos envolvidos. O mais estranho é ver políticos, empreiteiros e doleiros que surrupiaram milhares de reais dos cofres da Petrobras devolvendo apenas uma parte do dinheiro para se safar das condenações que realmente mereceriam, no mínimo 20 anos em regime fechado, pois se apoderaram de algo que não lhes pertencem. A FOLHA noticiou que o doleiro londrinense poderá pegar no máximo três anos em regime fechado por ter delatado a quadrilha. Esse sujeito é um perigo a nossa sociedade, já participou de crimes contra o Banestado e agora aparece na Lava Jato e será mais prudente que logo que for solto que se coloque tornozeleiras nele para que a Justiça o rastreie e o mantenha sob sua vigilância.
LUIZ FURTADO (autônomo) Londrina
Na última segunda-feira, Liliana Lourenço Aristides, uma liderança do Jardim Acapulco (zona sul), reuniu-se com Victor Hugo Boselli Dantas, coordenador da Região Metropolitana de Londrina, para cobrar uma posição do Estado em relação à paralisação das obras da PR-445. Segundo ela, Dantas passou a maior parte do tempo da reunião ao telefone, numa clara falta de atenção. O coordenador pediu prazo de 20 dias para uma resposta, mas deixou claro que não há recursos para conclusão da obra. Sobre os transtornos causados aos moradores, o coordenador informou que irá se reunir com o prefeito Alexandre Kireeff e proporá que a Prefeitura de Londrina instale um semáforo em frente ao Corpo de Bombeiros da zona sul para que moradores dos conjuntos Cafezal possam fazer conversão no sentido Londrina-Cambé. Segundo o coordenador, o município deverá arcar com a obra "quebra-galho", uma atitude a nosso ver não muito correta, pois a falha foi no planejamento do Estado. Essa obra era para estar concluída em outubro de 2014 e foi prorrogada para junho de 2015, só que durante a execução algumas áreas do viaduto na Avenida Dez de Dezembro já apresentavam rachaduras. Com toda a dedicação e o respeito demonstrado à colega, é possível perceber o quanto essa gestão está preocupada com os munícipes de Londrina.
EDSON CUNHA (servidor público) - Londrina
Depois de tanto roubo e gastança dos recursos públicos, o dinheiro acabou. E quem vai pagar a alta conta dos desmandos e dessa farra com as verbas oficiais é a população. A corrupção governista conseguiu comprometer o patrimônio da Petrobras, a ponto de inviabilizá-la, caso vinguem os pedidos de indenizações bilionárias dos investidores do exterior. A presidente Dilma comprovou a sua inaptidão e despreparo para dirigir o País. Esse é o Brasil que o PT e a base aliada querem. O futuro das nossas próximas gerações está ameaçado. Não há dúvidas, temos que ir para as ruas reivindicar as reformas e a moralização da governança. Para isso, precisamos de comando e liderança fortes advindos das instituições que têm compromisso com a Nação. Chegou a hora dos dirigentes das entidades representativas da sociedade "tirarem o traseiro da cadeira"; não dá mais para utilizar dos seus cargos apenas por status e promoção pessoal. A pátria foi vilipendiada e ultrajada. Como disse Ulisses Guimarães: "Os políticos só têm medo do povo nas ruas". Lembrem de junho de 2013: revogação do aumento de tarifas do transporte público, arquivamento da PEC 37, proibição do voto secreto para cassação de parlamentares e aprovação da lei tornando a corrupção em crime hediondo. Tudo isso foi conquistado rapidamente por pressão das manifestações de rua. Portanto, vamos à luta, mesmo que tenhamos que enfrentar o vandalismo oficial dos black blocs.
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) Londrina
Estou acompanhando a discussão a respeito de encontrar a melhor localização para instalar mais um cemitério municipal em Londrina. Visando interesses particulares, interesses da Administração Pública, estão divergindo em uma série de quesitos, cada um defendendo seu lado. Na região da Warta não pode por ser uma região gastronômica, em outro local não pode por isso, e assim sucessivamente. Dizem que tal obra, ao longo dos anos, pode contaminar o lençol freático, minas, etc. Tudo que nosso riquíssimo solo e abundante lençol freático não suportaria, se tais obras fossem liberadas tão próximas da cidade. Se realmente tal risco é iminente, que explicação pode ser dada pelos responsáveis para a liberação de um cemitério particular na zona oeste, localizado em uma região próxima de nascentes de minas existentes em suas proximidades, lençol freático abundante, águas que partem dali e criam riachos que percorrem o vale entre os jardins Bandeirante e Novo Bandeirantes, vindo a desaguar nas águas que abastecem o poluído Lago Igapó?
MIGUEL POLSKIKH FILHO (eletrotécnico) Londrina





