Ser Charlie
O PT quebra estatais, mente descaradamente para manter-se no poder e está conseguindo a proeza de destruir com a pátria amada. Para chegar ao poder, deu uma de partido sério, como se fossem paladinos da verdade e da seriedade. Prometeu ao eleitor um país justo e igualitário, tipo: sete virgens para cada cidadão. Mas o PT não representa todo o contingente político brasileiro. Os extremistas islâmicos também não representam todo o Islã e perseguem e eliminam quem não coaduna com seus princípios. Não publicam charges, mas despacham para o inferno homem, mulher ou criança. O que realmente significa livre arbítrio diante de Deus ou a liberdade de expressão diante da democracia? Escolher sua cor preferida desde que seja o preto ou não poder expor sua opinião da forma que seu dom permite. Quem responde a ofensa na forma violenta do terror não merece atenuante e sim ser varrido da face da terra. A paranoia dessa facção tem que ser extirpada, tal qual a gangue instalada no Planalto. Ser Charlie é reagir a esses "justiceiros" que agem em nome de um deus violento e sanguinário. Se ateu for aquele que combate esse deus de ódio, aceito a pecha. Só não me chamem de petista porque estou preste a explodir.
RUBENS ROMAGNOLLI (engenheiro civil) - Londrina

Pena de morte
Com relação à pena de morte imposta pelo governo da Indonésia, penso que não há nada a fazer, mesmo porque os rapazes sabiam do risco. O que não podemos é querer passar a mão na cabeça deles como alguns defensores dos direitos humanos apregoam. Minha indignação fica por conta de alguém dizer que os rapazes não mataram ninguém e, por isso, não merecem a pena de morte. Ledo engano, pois com certeza matariam sim pessoas que fariam uso das drogas, além de destruir muitas famílias, como temos visto em nosso país. Quero dizer aos defensores dos direitos humanos que é necessário primeiro eles defenderem as vítimas, o que nunca fazem.
ANTONIO DOS SANTOS JOTA (corretor de imóveis) – Londrina

Uma luz na floresta?
Extensa matéria na Folha Rural (10/1) aponta esperança para as florestas do Brasil. Mas não são as florestas do Brasil! A matéria trata do monocultivo de árvores exóticas como o eucalipto e o pinus para indústrias de construção e celulose. A nossa floresta (diferente para cada região) é algo bem complexo e diversificado com cipós, orquídeas, bromélias, fungos, vários extratos vegetais e milhares de animais. Somos educados desde pequenos a uma estética estrangeira da uniformidade o que nos faz desprezar a rica floresta brasileira. As nossas florestas se concentram basicamente em pequenas e até em algumas grandes ilhas, mas economicamente não fazem parte do meio rural e urbano. É urgente uma Política Nacional da Lucratividade das Florestas Nativas! Os retornos seriam imensos: desde a valorização de nossos recursos naturais (bem mais conhecidos e aproveitados lá fora), a aplicação a nosso favor de "mecanismos naturais" como o conforto térmico, além da obtenção de remédios, alimentos e principalmente a cada vez mais escassa água. Incluir em nosso mundo as florestas nativas, resultado da adaptação de milhares de anos, possibilitaria reconhecer alguém bastante marginalizado de nossa sociedade. Alguém que tinha a floresta não só como local de matéria prima, mas também de encontro com forças superiores.
DANIEL STEIDLE (educador ambiental) – Rolândia

Estádio do Café
Novamente volto a insistir a respeito do Estádio do Café. Qual a necessidade de se reservar um terço da melhor parte do estádio para os visitantes? Até nos estádios modernos, inclusive da os Copa, não existem mais essas separações. Um absurdo, meia dúzia de gatos pingados das outras torcidas ali com banheiros e bar exclusivos, e nós espremidos. Há duas faixas inteiras e ainda uma no meio das duas separadas por alambrados altos e ainda uma fileira de PMs, parece estádio do Afeganistão ou daquelas bandas. O problema é lá fora, como vimos algumas vezes. Nos jogos que praticamente tem só a nossa torcida, removam ou diminuam aquilo lá.
FLORISVALDO CAMPANHA (consultor executivo de vendas) – Londrina

Pastoral da Juventude
O 11º Encontro Nacional da Pastoral da Juventude (PJ), que termina hoje em Manaus (AM), é um espaço privilegiado para a refletir a evangelização da juventude nos próximos anos. Poucos bispos e padres participam desse momento, pois essa pastoral não está no gosto do trabalho de evangelização de muitos deles. Por quê? Dom Vilson Basso, bispo de Caxias (MA), responde: "A Pastoral da Juventude é a maior escola de formação de liderança da Igreja do Brasil". Porém, carta enviada pelo papa Francisco esclarece qualquer dúvida de que a Pastoral da Juventude não fosse uma pastoral que atenda aos princípios da catolicidade. E o sentimento que brotou de todos em Manaus foi a esperança. Confiamos a certeza de que muitos podem não conhecer a PJ aqui, mas no Vaticano tem alguém que conhece e incentiva.
RAFAEL AMARAL FERREIRA (professor) - Assaí

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