Mais humanização e acolhimento
Venho aqui repudiar a condução do projeto "Crack é possível vencer" em nosso município, em detrimento de instâncias de participação popular, como as reuniões que acontecem no grupo de trabalho em saúde mental no Ministério Público de Londrina com a própria gestão e movimento popular. O município recebeu mais de R$ 10 milhões em recursos, dentre eles um aparato policial na primeira etapa, parecendo mais emergencial que outras áreas como saúde, assistência social e lazer. Com bases móveis equipadas com câmeras de videomonitoramento, motocicletas, carros, pistolas elétricas e sprays de pimenta. Ou seja, a gestão Kireeff tem priorizado o debate da repressão no primeiro momento, em vez de se preocupar com a nova sede do Caps Ad que está defasada em termos de infraestrutura e recursos humanos, e que precisaria de uma nova sede e a ampliação do Consultório de Rua. Por isso, reivindicamos que a gestão reveja a postura repressora que não resolve o problema do usuário de drogas, marginalizado, afastado dos serviços públicos como saúde, assistência social, educação, cultura e lazer, que precisa de tudo menos mais repressão. Colocar viaturas da Guarda Municipal para acolher usuários é uma inverdade, pois só os afastam. Pistolas elétricas e sprays de pimenta só reforçam o ideário dos usuários como criminosos, o que é um equívoco, pensando que o perfil do usuário não é heterogêneo.

JACKELINE LOURENÇO ARISTIDES (enfermeira)- Londrina



Sou Charlie
O único que merece respeito total é o Deus que nos criou e não os ídolos que os homens inventaram. Eu sou Charlie Hebdo!

JOSÉ CARANI (professor aposentado) - Cambé



Sem tempo para o sofá
É triste saber que grande parte dos aposentados sobrevive com o salário mínimo do INSS. O governo tem que olhar para os idosos que estão abandonados, que perdem horas em uma fila à espera de consulta. Nós pagamos muitos impostos e deve haver mais respeito aos idosos. Dia 24 de janeiro é o dia do aposentado, para mim o que importa é o presente precioso e não o passado. Aposentadoria é maravilhosa, temos que viajar, fazer amigos, ver um botão de flor, um pássaro cantando. É bom ver tudo isso e não pensar na velhice. Não vamos ficar no sofá porque a vida continua. Pratique exercício, faça caridade e agradeça a Deus por esta vivo.

OLGA MARQUES DA SILVA (bancária aposentada) – Londrina



Hipocrisia
Antes respeitada, a diplomacia brasileira vive agora de joelhos sob a orientação de Marco Aurélio "top-top" Garcia. Vejamos: quando os lutadores cubanos pediram asilo no Brasil, o governo do Lula, infringindo as normas mais elementares que regem a diplomacia mundial,respondeu com prisão sumária: foram presos e deportados e nunca mais se soube deles. Cesare Batistti, apesar de condenado por crimes hediondos de assassinatos na Itália, teve a extradição negada em detrimento as leis de reciprocidade entre os dois países. E tem o senador boliviano que teve que fugir escoltado por diplomata brasileiro para escapar de uma prisão injusta. Agora querem que a Indonésia se sujeite aos caprichos ideológicos de um governo que usa de dois pesos e duas medidas? A presidente deveria se preocupar com a terra arrasada que o seu governo fez no Brasil.

ISALTINO FRANCO CORREIA(cirurgião dentista) – Londrina



Fiscalização
Faz parte, infelizmente, da vida do povo brasileiro o famigerado "jeitinho", nada mais que roubo institucionalizado. Como diria o menestrel Juca Chaves: "Caixinha, obrigado!". A fiscalização, seus critérios, dois pesos, duas medidas é realmente repugnante. O que leva a um ser humano a vender sua honra e dignidade para enriquecer? Alguns são assim. Permitem que empresas, comércio, vivam na ilegalidade em detrimento dos comerciantes honestos que honram com todos os encargos. Quem fiscaliza o fiscal? Quem?

MOISÉS DOS SANTOS (entregador de gás) – Londrina




■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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