‘Je suis Charlie!’
Meus parabéns e também agradecimentos ao chargista da FOLHA Marco Jacobsen e à professora Lucinea A. Rezende pelo artigo "Je suis Charlie!" (Opinião, 9/1). Perfeitos, a charge e o artigo. Essa frase deve se tornar um mantra mundial para que as pessoas percebam que todos somos "Charlie" em cada momento em que expressamos nossas opiniões, sobre qualquer assunto. E que sempre poderá haver alguém que não goste do que expressamos. De uma certa forma, é assustador pensar isto, diante do que vimos. Mas, como bem representou a charge, temos que entender que a culpa não é de um grupo étnico ou religioso, mas apenas de três seres que perderam sua humanidade. E, graças a todas as facetas de um só Deus, a imensa maioria pode dizer, de coração e alma: "Je suis charlie!".
NINA CARDOSO (psicóloga) – Londrina

‘Somos todos Charlie!’
Belo e adequado o artigo "Je suis Charlie!" da professora Lucinea A. Rezende (Opinião, 9/1). Expressa nosso desejo de convivência democrática, não importando que crença religiosa seguimos. Expressa pelo que devemos lutar e buscar no coletivo. O respeito e a tolerância precisam ser resgatados sempre, e a cada ataque precisamos nos levantar para repudiar. As ideias precisam ser livres, as pessoas precisam ser livres. Contra as injustiças, contra as intolerâncias, contra os extremismos e contra a violência. Somos todos Charlie, hoje e sempre!
WILSON FRANCISCO MOREIRA (professor de Sociologia) - Londrina

Direitos humanos e inversão de valores
Com relação à matéria "Mortes em abordagens reabrem debate" (Cidades, 8/1), beira o ridículo o pensamento de membros dos direitos humanos quando pensam que em uma troca de tiros os policiais, que no Brasil recebem curso de tiro uma vez a cada dez/15/20 anos, conseguiriam acertar somente nos membros inferiores de marginais armados. Também, pelo desconhecimento, afirmam que as polícias brasileiras cometeram 32 mil "homicídios". O homicídio é um crime, no excludente de legítima defesa não existe crime. A polícia age em prol das famílias. Os marginais sim, cometem 56 mil homicídios por ano no Brasil. O direito à vida é o principal direito humano. Por que esses senhores não se mobilizam contra marginais para proteger a vida? A inversão de valores e com o pouco conhecimento julgam e condenam, nefastamente, aqueles que doam diariamente suas vidas em prol da sociedade. Lastimável.
CLAUDINEI PEREIRA DOS SANTOS (policial rodoviário federal) – Londrina

‘Cuidador de carros’
Na manhã do dia 5/1 fui até o centro, esquina das ruas Jorge Velho e Rio de Janeiro, para uma consulta médica. Depois de rodar bastante, encontrei uma vaga e, ao descer do carro, fui abordado pelo guardador que vive naquele local, segundo ele mesmo, "trabalhando". Ao não aceitar os seus "serviços", fui imediatamente xingado, insultado e desrespeitado. Afinal, estou em uma via pública e aquele espaço é tanto dele quanto meu. Quanto ele se dizer trabalhador, eu discordo totalmente. Assim seria se o local fosse de sua propriedade particular e alguém o quisesse utilizar. Assim como esse indivíduo, existem vários cidade afora: no portão do Cemitério São Pedro, no centro e em muitos outros lugares. Eles se acham no direito de intimidar, ameaçar e coagir as pessoas na maior cara de pau. São marginais que sobrevivem de achacar os motoristas, sem que autoridade alguma os incomode. Gostaria de sugerir que a Polícia, Guarda Municipal, ou quem de direito, fizesse algo, não só contra esse guardador, mas contra todos que se utilizam desse expediente, pois pagamos impostos sobre tudo e, portanto, acredito que haja algum órgão capaz de coibir essa prática, ou prosseguiremos no Ano Novo, mas com os problemas velhos de sempre.
ADEMIR APARECIDO BATISTELLA (aposentado) – Londrina

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