Ano novo, velhos problemas
É impossível acreditar que em uma cidade com mais de 500 mil habitantes, além de grande número de universidades, não exista um órgão público ou da iniciativa privada competente para levantar e sanar os problemas de nossa querida "Pequena Londres" que diariamente são mostrados na imprensa. Vou focar em apenas dois belos postais, que provam a incompetência das autoridades da cidade que não conseguem solução dos problemas. Um é o poluído Lago Igapó, com mortandade de peixes, e frequentado pela população que se banha nessas águas fétidas e, com certeza, terá problemas de saúde no futuro. O outro é o Parque Arthur Thomas, reserva florestal e habitat de plantas e animais, que ao longo da Rua Charles Lindemberg são encontrados mortos, e os cidadãos londrinenses que passam por lá têm de suportar essa fedentina. De quem é a responsabilidade de resolver nossos velhos problemas?
MIGUEL POLSKIKH FILHO (eletrotécnico) – Londrina

Estamos de olho
Ao sermos questionados sobre o ano que terminou, teremos somente o comparativo com os anteriores, pois o vindouro será sempre uma incógnita, gerando controvérsias diversificadas dos analistas de plantão. Após o término das eleições, veio à tona a realidade da situação econômica do País, decorrente de medidas paliativas. Criou-se uma ilusão de consumo, do bem-estar, crédito a custo baixo, desoneração temporária de tributos, empregabilidade temporária, aumento de gastos públicos e o mais grave: as medidas não contemplaram como deveriam os investimentos em infraestrutura e diversificação industrial para geração de empregos. Isso resultou em gastos vultosos de recursos, chegando a ponto de exaurirem as fontes do BNDES, FAT, FGTS, etc. Talvez, o mais preocupante: parece que houve uma combinação da União, estados e municípios no reajuste de tarifas e tributos no final de 2014. Poucos conseguem visualizar o rombo na economia em seus bolsos, já que a maioria está preocupada com as férias, e o político experiente e espertalhão utiliza esse período para passar despercebido. Aguardem para a primeira quinzena de janeiro, a reclamação geral do contribuinte. Resta-nos, sair de férias, descansar, desatrelar de compromissos, e esperar por um ano produtivo, sempre na esperança de que as medidas tomadas tragam tranquilidade e segurança para nossas vidas e dos investidores. Em 2015, estaremos de "olho" e continuaremos as críticas construtivas.
YOCHIHARU OUTUKI (engenheiro agrônomo) - Itambaracá

Investimento em ações
Dias atrás, um leitor escreveu que "lá fora a maioria da população investe em ações para garantir a sua aposentadoria". Quero acrescentar que não só a Petrobras, mas a Vale do Rio Doce teve queda expressiva em suas ações o que certamente os fundos de aposentadorias e pensões, que nela investem, amargarão sérios prejuízos. Repudiamos totalmente o escândalo de desvio de recursos na Petrobras.
ANTONIO PEREIRA (contador) – Londrina

É isso aí, Tubarão!
Na condição de torcedor que já teve muitas alegrias com o LEC e que tem o Tubarão como o time mais querido do mundo, fiquei muito contente com a reportagem "Que a parceria dure mais 15 anos" (Esporte, 4/11). A cultura do brasileiro é de muitas críticas e poucos elogios. Raramente, ouvimos elogios à SM Sports e seu presidente, à presidência e aos conselheiros do LEC. Essa reportagem demonstra que estamos no caminho correto e poderemos pensar em fazer parte, novamente, da elite do futebol brasileiro. Jamais me esquecerei da participação do LEC no quadrangular final do Campeonato Brasileiro da Série A, em 1977, no qual tive a felicidade de estar presente no jogo de ida contra o Atlético, no Mineirão, que teve 93 mil pagantes. Parabéns, Tubarão!
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) – Londrina

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