OPINIÃO DO LEITOR
Administração municipal
Concordo integralmente com a posição do leitor Alvaro Almeida (Opinião, 5/1) quando avalia a administração pública, a qual somente temos de incrementá-la suscitando que as pessoas que fazem oposição ao prefeito Alexandre Kireeff não a comparem com as administrações anteriores de pessoas que não tinham qualquer comprometimento com a cidade, mas sim para vantagens pessoais. Saliento que a rádio do ex-prefeito vem fazendo críticas sórdidas, mas nos parece que lá inexiste qualquer espelho para fazer um confronto de seriedade administrativa. Não se tem conhecimento de corrupção na administração atual, enquanto que aquelas que administraram a cidade por mais de 20 anos vivenciamos fraudes, corrupção, prisões e tantas outras mazelas que denigrem a imagem de Londrina no cenário nacional. Nos parece, finalmente, que as críticas que estão sendo feitas são gratuitas e totalmente infundadas, pois o que estamos presenciando é administração de crise quando o atual prefeito encontrou a cidade em frangalhos. Como diria o saudoso Paulo Ubiratan: "Trabalhador, trabalhadora, pensem nisso!".
ILS
Alguns meses atrás ouvi comentários com respeito à pista do Aeroporto José Richa. Alegavam sobre as dificuldades de se pousar sobre a pista em dias chuvosos, e fiquei até entristecido, pois achei que tal fato só ocorria em nossa cidade. Porém, fui surpreendido quando estive recentemente realizando meu primeiro embarque aéreo para a capital: fomos notificados que, após algumas tentativas de pouso no Aeroporto Afonso Pena, teríamos que seguir até o Salgado Filho em Porto Alegre e, após algumas horas, fomos informados que faríamos um pouso no aeroporto de Congonhas, em Guarulhos (SP), para finalmente pousarmos em Curitiba. Isso sem falar que esperávamos realizar a viagem em aproximadamente em 40 minutos, acabamos realizando em 12 horas. Não estou reclamando das decolagens e nem dos voos, estou refletindo sobre os comentários lançados sobre o nosso aeroporto quando um cidadão criticou aguçadamente ao ser impedido de pousar para cumprir sua tão estimada agenda política. Cadê o ILS? Ou somente Londrina sofre falta do tal aparelho?
Dois pesos e duas medidas
Na reportagem "Idosos têm dificuldade em manter saúde financeira" (Economia, 4/1), o sr. Reinaldo Domingos usa uma expressão assaz jocosa,para não dizer desrespeitosa, ao chamar os aposentados de "analfabetos financeiros". Será que nesse contingente de 29 milhões de aposentados não tem nenhum com o intelecto mais avançado, que possa se igualar ao nobre educador financeiro? Na matéria "Analistas preveem ano nebuloso e recuperação econômica apenas em 2016" (Reportagem, 4/1) há uma menção à soma vultuosa de R$ 250 bilhões que foram gastos pelo governo para pagamento de juros. Será que só nós, aposentados, somos "analfabetos financeiros" ou existem outras pessoas nos altos escalões governamental que podem ser incluídos neste contexto ?
Efeito multiplicador
Minha tendência é fazer um comentário, expor meu ponto de vista, tentar esclarecer aquilo que acredito equivocado e evitar réplicas e tréplicas inúteis e intermináveis. O leitor Ruy Carneiro Giraldes Neto (Opinião, 3/1) afirma que o trabalhador contribui com apenas 8% do seu salário. E os 20% que o empresariado paga ao INSS sobre a folha de pagamento não deve ser creditado ao trabalhador? Faça as contas e verá que a conta fecha. Fator Previdenciário é outro assunto que não cabe nas linhas à disposição nesta coluna.
■ As cartas devem ter no máximo 700 caracteres e vir acompanhadas de nome completo, RG, endereço, cidade, telefone e profissão ou ocupação. As opiniões poderão ser resumidas pelo jornal. E-mail: opiniao@folhadelondrina.com.br





