R$ 230 milhões devolvidos ao governo? Onde?
É com enorme tristeza que lamento o governo e a Assembleia Legislativa do Paraná subestimarem a inteligência dos trabalhadores paranaenses. Na posse do governo reeleito Beto Richa, o presidente da AL, Valdir Rossoni, devolveu R$ 230 milhões aos cofres públicos. Que tal em um gesto de real transparência a Assembleia mostrar o quanto o governo repassa a ela? Que tal também mostrar com lisura em quais setores da AL foi possível economizar esse montante? A melhor maneira de demonstrar respeito aos paranaenses, seria os poderes Executivo e o Legislativo mostrarem onde foram aplicados os recursos "economizados". Uma verdade é inquestionável, os recursos que o Executivo paranaense repassa para a AL são muito mais do que esse órgão necessita. Fácil de entender, quando um órgão recebe mais do que necessita, vamos ter uma economia, claro que falsa. Executivo e Legislativo paranaense não subestimem a inteligência do povo do Paraná.
JONAS VIEIRA DA COSTA (professor de Geografia) - Londrina

Distribuição de renda
Presidente Dilma no seu discurso de posse disse que foi reeleita porque seu governo foi o que mais distribuiu renda. É uma grande verdade. E se continuar distribuindo assim, os partidos aliados vão ficar bilionários e até o final de 2019 não teremos mais Petrobras. E aí não teremos mais pré-sal.
WALTER LEMOS FILHO (consultor motivacional) - Florianópolis (SC)

Efeito multiplicador
Ao leitor Ildo Yukio Marubashi (Opinião, 24/12), esclareço que a teoria do Efeito Multiplicador vale para qualquer atividade que gere movimentação financeira na economia. Sobre os aposentados apenas "sacarem" ou "recuperarem" o dinheiro que eles mesmo pagaram, isso não é verdade. É só fazer as contas. O trabalhador que recebe do INSS contribuiu, em média, com 8% do seu salário. Isso representa um valor bem inferior do que ele recebe. Mas isso é fruto de um sistema previdenciário criado em uma época em que a expectativa de vida do brasileiro era abaixo de 55 anos. Hoje, a "a conta não fecha". Precisamos de quase duas pessoas na ativa, para custear um aposentado. Embora seja algo extremamente impopular, sou a favor do fator previdenciário, que ao menos tem conseguido equalizar as discrepâncias dessas regras obsoletas, dos anos 50, fruto de um sistema previdenciário solidário ultrapassado para nossa atual realidade. INSS não é poupança. INSS é garantia de proteção para o trabalhador e sua família em momentos de adversidade.
RUY CARNEIRO GIRALDES NETO (servidor público) - Londrina

A mesma piada
As medidas tomadas pelo governo federal demonstram que tudo está se fazendo para cortar despesas. Todavia, a farra com os 39 ministérios e "seus mistérios" continua a sangrar a economia do País. As nomeações políticas são um desserviço à sociedade. Como pedir austeridade e deixar os postes com as luzes acesas, além da corrupção que é a mãe de todas as misérias. Mais um pequeno detalhe que o povinho das passeatas nem notou: se fosse outro partido que mexesse nos direitos trabalhistas, este país já estaria parado, além de já estarem pedindo o impeachment do presidente. A piada continua em 2015.
MANOEL JOSÉ RODRIGUES (assistente administrativo) - Alvorada do Sul

Bolsonaro
Discordo do leitor Célio Borba (Opinião, 29/12) que denigre o deputado Jair Bolsonaro. Ele é, entre poucos, única voz a defender a família, a moral, os bons costumes, as polícias (federal e militares) e a ordem em nosso País. O senhor acha normal a bandidagem estar armada até os dentes e solta, e nós, cidadãos de bem, desarmados e presos em nossas casas? Acha normal uma criança de quatro a cinco anos ser molestada sexualmente por pedófilo? Acha normal a roubalheira que se instalou em nosso País? É exatamente isso que o deputado Bolsonaro e nós, pessoas do bem, repudiamos e combatemos. Combater as ideias do deputado Bolsonaro é defender essa corja de políticos e bandidos que assaltam e destroem nossas, outrora, valiosas instituições, é estar mancomunado com essa praga que se instalou no poder do nosso País.
JOSÉ PEDRO MENDES (aposentado) - Arapongas

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